O Superior Tribunal de Justiça (STJ) deve decidir em breve o futuro do ministro Marco Buzzi, alvo de um processo disciplinar após ser acusado de assédio sexual por duas mulheres. A comissão responsável pela apuração, composta pelos ministros Luis Felipe Salomão, Benedito Gonçalves e Ricardo Villas Boas Cueva, pretende atuar com rapidez para não prolongar o escândalo que abalou a imagem da Corte.
Entenda o caso
No último dia 14, o STJ decidiu abrir um procedimento disciplinar contra Buzzi, que nega todas as acusações. O magistrado afirma que provará sua inocência ao longo do processo. As acusações de assédio sexual foram feitas por duas mulheres, gerando grande repercussão e manchando a reputação do tribunal.
A comissão de ministros foi sorteada para comandar o processo disciplinar, e a expectativa é de que os trabalhos sejam conduzidos de forma célere, evitando desgastes adicionais para a instituição. O caso está sob sigilo, mas detalhes devem vir a público conforme o andamento das investigações.
Defesa de Buzzi
Por meio de sua defesa, o ministro Marco Buzzi reafirma sua inocência e diz confiar na Justiça. Ele alega que as acusações são infundadas e que apresentará provas robustas para esclarecer os fatos. O STJ, por sua vez, mantém o compromisso de apurar com rigor as denúncias, garantindo o direito de defesa ao acusado.
O desfecho do caso é aguardado com expectativa, pois pode impactar a carreira do magistrado e a imagem do STJ. A comissão disciplinar deve concluir os trabalhos nas próximas semanas, emitindo um parecer que será submetido ao plenário do tribunal.



