Piauí forma 24 novos interventores prisionais em curso tático de elite
Piauí forma 24 interventores prisionais em curso tático

Piauí forma 24 novos interventores prisionais em curso tático de elite

A Secretaria da Justiça do Piauí (Sejus) promoveu, na manhã desta quarta-feira (1º), a solenidade de formatura de 24 novos interventores prisionais, que concluíram com êxito a segunda edição do Curso de Intervenção Tática Prisional (CITAP). Esta capacitação de alto nível, organizada pela Academia de Polícia Penal (Acadepen), teve como objetivo principal qualificar os policiais penais com conhecimentos especializados e técnicas avançadas para intervir e solucionar crises de forma eficiente dentro do sistema prisional.

Composição diversificada da turma e parcerias estratégicas

Na segunda edição do CITAP, dos 31 operadores de segurança pública que iniciaram o curso, 24 concluíram a formação, incluindo quatro mulheres, dois policiais penais do Maranhão e um policial penal da Bahia. A formação de elite contou com instruções valiosas de forças de segurança parceiras, como a Polícia Militar, Polícia Civil e Guarda Municipal, além de etapas de estágio realizadas no Ceará e na Força Nacional, em Brasília (DF).

Importância da qualificação para a segurança prisional

De acordo com o secretário da Justiça do Piauí, Heitor Bezerra, esta formação é de extrema importância para a qualificação dos policiais penais no estado. “O ambiente prisional exige a garantia constante da segurança e da ordem, e o Piauí agora conta com mais policiais especializados para intervir em situações de crise e conflito. Os policiais penais trabalham diariamente com muita dedicação para assegurar todos os procedimentos de segurança, mas se for necessário intervir, esses operadores adquiriram o conhecimento necessário para agir com eficiência e conter qualquer tipo de sinistro”, destacou o gestor.

Banner largo do Pickt — app de listas de compras colaborativas para Telegram

Desafios da formação e disciplinas ministradas

O policial penal do Piauí, Maximiano, relatou a rotina intensa durante o curso. “Foram dias de muita superação física e técnica, com instruções de excelência. Agradeço aos instrutores que repassaram seu conhecimento com muita responsabilidade e a todos que estiveram comigo no curso pelo apoio, e que possamos ser multiplicadores desta técnica”, ressaltou o policial. Entre as diversas disciplinas ministradas aos operadores, destacam-se:

  • Entradas táticas e imobilizações
  • Escolta e sobrevivência policial jurídico-administrativa
  • Intervenção prisional com cães
  • Balística, armamento e tiro
  • Abordagem policial e patrulha rural

Exigências do cargo e impacto nas unidades prisionais

O coordenador do CITAP, Eneas Maias, enfatizou as exigências para se tornar um interventor prisional, que incluem preparo físico e mental rigoroso, capacitando cada participante a agir em eventos de crise no sistema. “Hoje tivemos a honra de formar esses homens e mulheres, que agora são especialistas capazes também de implementar e reestruturar protocolos de segurança nas unidades prisionais, fundamentais para garantir assistência aos internos e proporcionar a ressocialização”, afirmou.

Na primeira edição do curso, realizada em 2023, dos 26 que iniciaram, 15 concluíram e receberam o certificado de interventor prisional, incluindo duas mulheres policiais penais, um bombeiro militar e policiais penais do Piauí, Maranhão e Alagoas. Esta iniciativa contínua demonstra o compromisso do estado com a modernização e o fortalecimento da segurança no sistema carcerário.

Banner pós-artigo do Pickt — app de listas de compras colaborativas com ilustração familiar