Vale do Paraíba lidera mortes violentas no interior de SP com alta de 39% em janeiro
Vale do Paraíba lidera mortes violentas em SP com alta de 39%

Uma bala encontrada em uma rua onde ocorreu um tiroteio simboliza a violência crescente que assola o Vale do Paraíba, região que segue como a líder em mortes violentas no interior do Estado de São Paulo. Os dados alarmantes foram divulgados pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) nesta sexta-feira (27), revelando um cenário preocupante para a população local.

Alta significativa nas estatísticas

De acordo com o levantamento oficial, o Vale do Paraíba somou 25 mortes violentas no mês passado. Esse número abrange tanto homicídios dolosos, onde há intenção clara de matar, quanto latrocínios, que são roubos seguidos de morte. Na comparação com janeiro do ano passado, os números deste ano na região representam uma alta expressiva de 39%, já que, na ocasião anterior, o Vale fechou o mês com 18 assassinatos.

Liderança persistente no ranking

Além do crescimento mensal, o Vale do Paraíba inicia o ano de 2026 da mesma forma que encerrou o ano passado: na liderança do ranking de regiões do interior com mais assassinatos. Essa posição destaca a continuidade de um problema estrutural de segurança na área, que demanda atenção urgente das autoridades.

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Comparação com outras regiões

No topo da lista, o Vale do Paraíba é seguido por outras regiões importantes do interior paulista, mas com números menores. Ribeirão Preto registrou 20 casos fatais, enquanto Campinas contabilizou 19 homicídios. Abaixo, confira a lista completa do interior paulista com os dados divulgados:

  • Vale do Paraíba: 25
  • Ribeirão Preto: 20
  • Campinas: 19
  • Santos: 16
  • Sorocaba: 15
  • Piracicaba: 11
  • Araçatuba: 9
  • Bauru: 7
  • São José do Rio Preto: 7
  • Presidente Prudente: 5

Esses números reforçam a necessidade de políticas públicas eficazes para combater a violência, especialmente no Vale do Paraíba, onde a situação se mostra mais crítica. A SSP continua monitorando os indicadores, mas a população aguarda por ações concretas que possam reverter essa tendência ascendente.

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