Suspeito de feminicídio tenta fuga por igarapé em Boa Vista, mas é capturado pela PM
Suspeito de matar mulher é preso após fuga por água suja em Boa Vista

Suspeito de feminicídio tenta fuga por igarapé em Boa Vista, mas é capturado pela PM

A Justiça de Roraima manteve preso o jovem Josmar Rafael Medina Jimenez, de 27 anos, suspeito de ter cometido o feminicídio de Regilane Sousa da Silva, de 40 anos. A decisão judicial, que decretou a prisão preventiva do acusado, foi tomada no domingo, dia 8 de setembro, após uma série de eventos dramáticos que envolveram tentativas de fuga e confronto com as forças de segurança.

Crime e descoberta do corpo

Regilane Sousa da Silva foi encontrada morta na noite de sexta-feira, dia 6 de setembro, próximo a uma galeria de esgoto no Centro de Boa Vista. O local do crime, uma área urbana movimentada, chamou a atenção das autoridades e da comunidade local, que ficaram chocados com a violência do ocorrido. A vítima, de 40 anos, teve sua vida interrompida de forma brutal, levantando questões sobre segurança pública e a luta contra a violência de gênero na região.

Tentativa de fuga e confronto com a polícia

No momento da abordagem policial, Josmar Rafael Medina Jimenez reagiu agressivamente, chegando a morder dois agentes da Polícia Militar. Mesmo após receber ordens legais para parar, o suspeito continuou sua fuga, adentrando uma área próxima a um afluente do Rio Branco. Um vídeo que circulou nas redes sociais mostra o momento em que ele tenta escapar por um igarapé com água suja no Centro de Boa Vista, no sábado, dia 7 de setembro.

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Na tentativa de conter o suspeito, um agente da Guarda Civil Municipal efetuou sete disparos de munição calibre 12 do tipo elastômero, mas o homem persistiu em sua fuga. As equipes policiais então realizaram um cerco estratégico, e quando Josmar tentou sair da água para escapar novamente, um tenente da PM utilizou uma arma de choque, conhecida como taser, conseguindo imobilizá-lo efetivamente.

Condição do suspeito e procedimentos pós-captura

Após a prisão, o suspeito apresentava diversos ferimentos, incluindo hematomas nas costas, na orelha esquerda e nos braços, além de arranhões visíveis nas pernas. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência foi acionado imediatamente e prestou atendimento médico a Josmar na Delegacia Geral de Homicídios, garantindo que ele recebesse os cuidados necessários antes dos procedimentos legais.

Este caso destaca os desafios enfrentados pelas forças de segurança em situações de alto risco, onde a reação violenta dos suspeitos pode colocar em perigo tanto os agentes quanto a população. A prisão preventiva decretada pela Justiça de Roraima reflete a gravidade das acusações e a necessidade de garantir que o suspeito responda pelos atos perante a lei.

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