Homem é preso por estupro de irmã adolescente em aldeia indígena de MS
Preso por estupro de irmã adolescente em aldeia indígena de MS

Homem é preso por estupro de irmã adolescente em aldeia indígena de Mato Grosso do Sul

Um homem de 32 anos foi preso em flagrante na terça-feira, dia 3, pela Polícia Civil de Juti, no Mato Grosso do Sul. O indivíduo é acusado de cometer estupro de vulnerável contra a própria irmã, uma adolescente de apenas 15 anos. O crime ocorreu na Aldeia Indígena Jarara, localizada na região.

Detalhes do crime e prisão

De acordo com o boletim de ocorrência, o abuso sexual aconteceu por volta das 2 horas da madrugada, dentro da casa da família. A vítima relatou às autoridades que estava dormindo quando foi violentada e, devido às circunstâncias, não conseguiu oferecer resistência ou fugir no momento do ato.

Após o agressor deixar o local, a jovem buscou ajuda imediatamente. O caso foi comunicado às lideranças da aldeia, que acionaram a Polícia Militar para intervir. A adolescente foi levada ao Hospital Municipal para receber atendimento médico necessário e, posteriormente, prestou depoimento na delegacia.

Com base no relato da vítima, investigadores da Polícia Civil iniciaram buscas intensivas na região. O homem foi localizado por volta das 12 horas em um canavial na zona rural de Naviraí, onde trabalhava para uma usina local. Durante o interrogatório policial, o suspeito confessou a relação sexual, mas alegou que teria ocorrido com o consentimento da irmã, versão contestada pelas evidências.

Histórico criminal e consequências legais

A polícia informou que o acusado possui um histórico significativo de violência. Ele cumpriu 5 anos de prisão em regime fechado por tentativa de feminicídio e estava no regime semiaberto há apenas 7 meses quando cometeu o novo crime.

O homem foi indiciado por estupro, com agravante por ser irmão da vítima, o que pode aumentar a severidade da pena. Se condenado, a pena máxima pode chegar a 15 anos de reclusão. Atualmente, ele permanece preso e à disposição da Justiça, aguardando os próximos passos do processo legal.

Este caso destaca a gravidade dos crimes contra vulneráveis em comunidades indígenas e a importância da atuação rápida das autoridades para garantir justiça e proteção às vítimas.