Mulher tenta incendiar concessionária, agride funcionários e é presa em Boa Vista
Uma mulher de 38 anos foi presa no último sábado (14) após tentar atear fogo em uma revendedora de carros, agredir funcionários e causar tumulto no bairro Mecejana, zona Oeste de Boa Vista, capital de Roraima. O incidente ocorreu por volta das 14h, quando a suspeita chegou ao local dirigindo um veículo e portando materiais inflamáveis.
Detalhes do ataque à concessionária
Segundo relatos dos funcionários à Polícia Militar, a mulher levava consigo uma garrafa plástica de dois litros e um galão de cinco litros, ambos cheios de gasolina, além de um isqueiro. Ao ser questionada sobre o combustível, ela ordenou que um funcionário saísse da frente e anunciou que colocaria fogo na loja.
O homem tentou impedir a ação, mas foi atingido por gasolina durante a confusão. A suspeita então tentou acender o fogo, resultando em uma luta corporal entre os dois. O gerente da revendedora chegou ao local e conseguiu retirar o isqueiro das mãos da mulher, mas a situação não se acalmou.
Violência continua e prisão é efetuada
Mesmo após perder o isqueiro, a mulher permaneceu agressiva. Ela pegou uma pedra na via pública e tentou arremessá-la contra a loja, mas foi contida pelos presentes. O gerente sofreu lesões na perna direita e foi mordido no braço direito durante o confronto.
A mulher apresentava sinais claros de embriaguez e diversas escoriações pelo corpo, indicando a intensidade da briga. À polícia, ela alegou ter uma desavença pessoal com o proprietário da loja, mas não forneceu mais detalhes sobre o motivo do conflito.
Consequências e investigações em andamento
A Polícia Militar foi acionada e conduziu a suspeita ao Distrito Policial para procedimentos cabíveis. Ela deve responder por tentativa de incêndio, agressão e posse de material inflamável com intenção criminosa.
Os funcionários agredidos receberam atendimento médico, e a revendedora de carros registrou danos materiais leves. A investigação continua para apurar se há outros envolvidos ou se a mulher agiu sozinha. O caso chama a atenção para a segurança em estabelecimentos comerciais e a necessidade de medidas preventivas contra ataques violentos.



