Estudante fere dois irmãos com objeto perfurocortante em escola de Rio Claro, SP
Um episódio de violência chocou a comunidade escolar de Rio Claro, no interior de São Paulo, nesta quinta-feira (2). Dois irmãos, com idades de 15 e 17 anos, ficaram feridos após serem atacados por outro estudante utilizando um objeto perfurocortante. O incidente ocorreu na área externa da Escola Estadual Professor Sylvio Pezzotti, localizada no bairro Jardim Novo, por volta do período da tarde.
Detalhes do ataque e fuga do autor
De acordo com informações da Polícia Militar, que foi acionada para atender a ocorrência de lesão corporal, o autor do ataque foi rapidamente identificado como um aluno da mesma instituição de ensino. No entanto, ele conseguiu fugir do local antes da chegada dos agentes, sendo acompanhado por um responsável em um veículo particular. Até o momento, as autoridades não conseguiram localizá-lo, o que tem dificultado o andamento das investigações iniciais.
As vítimas, que são irmãos, receberam atendimento médico imediato após o ocorrido. Embora não haja informações precisas sobre o hospital para onde foram encaminhadas, a PM relatou que uma delas sofreu uma lesão profunda em um membro superior, necessitando de pontos para controle de hemorragia e avaliação de possíveis comprometimentos funcionais. A outra vítima também recebeu cuidados médicos, mas felizmente, ambas não correm risco de vida, conforme afirmado pelas autoridades.
Investigações em andamento e reações institucionais
A ocorrência foi registrada pela Polícia Militar como um ato infracional análogo ao crime de tentativa de homicídio, e os detalhes do caso já foram repassados à Polícia Civil, que assumirá as investigações para apurar as circunstâncias e motivações por trás do ataque. A gravidade do incidente levou a uma mobilização das forças de segurança, com esforços concentrados em identificar e capturar o autor, que permanece foragido.
Em tentativa de obter mais informações, o portal de notícias g1 entrou em contato com a Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP-SP) e com a Secretaria Estadual de Educação. No entanto, até a última atualização desta reportagem, não houve retorno por parte dessas instituições, deixando lacunas sobre possíveis medidas preventivas ou respostas oficiais ao caso.
Este evento reforça preocupações recorrentes sobre a segurança em ambientes escolares e a necessidade de diálogos sobre violência entre jovens. A comunidade local aguarda ansiosamente por novidades nas investigações, enquanto as vítimas se recuperam dos ferimentos.



