Dupla é presa por matar idoso dentro de Centro de Atenção Psicossocial em Cascadura
Dupla presa por matar idoso em CAPS em Cascadura

Dupla é presa por matar idoso dentro de Centro de Atenção Psicossocial em Cascadura

Dois homens foram presos pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, suspeitos de cometer um homicídio brutal dentro do Centro de Atenção Psicossocial – Álcool e Outras Drogas (CAPSad) Dona Ivone Lara, localizado no bairro de Cascadura, na Zona Norte da capital fluminense. O crime ocorreu na madrugada de quarta-feira, dia 25 de setembro, e chocou a comunidade local pelo local onde foi perpetrado.

Detalhes do crime e motivação

Segundo as investigações conduzidas pela 29ª Delegacia de Polícia (DP) de Madureira, os acusados, identificados como Michel Maurício Arantes Cordeiro Bazílio, de 32 anos, e Jardel Bento da Silva, de 40 anos, alegaram que a vítima, Sérgio Lopes dos Santos, de 65 anos, estaria roubando seus pertences pessoais. Os três indivíduos costumavam pernoitar no CAPSad, um local destinado ao acolhimento e tratamento de pessoas em situação de vulnerabilidade relacionada ao uso de substâncias psicoativas.

Os suspeitos confrontaram Sérgio sobre as supostas furtos, mas ele negou veementemente as acusações. Insatisfeitos com a resposta, Michel e Jardel iniciaram uma violenta agressão contra o idoso, utilizando socos, chutes e até mesmo um cano de PVC como arma. Após a brutal investida, os dois fugiram do local, deixando a vítima gravemente ferida e desacordada.

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Operação policial e prisão dos acusados

Os policiais da 29ª DP, em uma ação conjunta com a Polícia Militar, iniciaram imediatamente uma busca pelos suspeitos. Michel foi localizado e preso ainda com manchas de sangue da vítima visíveis em sua camisa, um forte indício de sua participação no crime. Jardel também foi capturado em seguida, sem oferecer resistência.

Ambos os acusados foram encaminhados ao sistema prisional, onde aguardam as próximas etapas do processo legal. As autoridades destacam a gravidade do ocorrido, especialmente por ter acontecido dentro de uma instituição de saúde mental, que deveria ser um espaço seguro e de proteção.

O caso levanta questões sobre a segurança e a supervisão em centros de atendimento psicossocial, além de destacar a vulnerabilidade de populações em situação de rua ou com transtornos relacionados ao uso de drogas. A polícia continua investigando se há outros envolvidos ou motivações adicionais para o crime.

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