Operação Protocolo Paralelo prende 2 por esquema ilegal de remédios controlados no AM
Polícia prende 2 em esquema ilegal de medicamentos no AM

A Polícia Civil do Amazonas cumpriu, nesta sexta-feira (9), uma operação que resultou na prisão de duas pessoas envolvidas em um esquema criminoso de comercialização e aplicação irregular de medicamentos controlados. A ação, batizada de Operação Protocolo Paralelo, foi deflagrada pelo 18º Distrito Integrado de Polícia (DIP).

Esquema ilegal de medicamentos é desarticulado

De acordo com as investigações, os suspeitos atuavam em um esquema organizado que burlava as regras sanitárias e legais para a venda e administração de remédios sujeitos a controle especial. A prática, além de ilegal, representava um grave risco à saúde pública, pois os medicamentos eram aplicados sem qualquer tipo de acompanhamento ou prescrição médica adequada.

Material apreendido durante a operação

Durante as buscas realizadas, os policiais civis conseguiram apreender uma quantidade significativa de itens que comprovam as atividades ilícitas. O material confiscado inclui:

  • Diversos medicamentos controlados.
  • Materiais utilizados para aplicações injetáveis.
  • Documentos que estão sendo analisados pelos investigadores.
  • Equipamentos eletrônicos que podem conter provas digitais.

A apreensão desses itens é considerada crucial para o desmantelamento do esquema e para futuras investigações que possam identificar outros envolvidos.

Coletiva de imprensa trará mais detalhes

A Polícia Civil informou que os detalhes completos da operação, incluindo a identidade dos presos e a extensão total do esquema, serão divulgados em uma coletiva de imprensa marcada para acontecer em breve. A corporação reforçou seu compromisso em combater esse tipo de crime, que afeta diretamente a segurança e o bem-estar da população.

A Operação Protocolo Paralelo segue em andamento, e novas diligências não estão descartadas. A ação policial demonstra o trabalho contínuo das forças de segurança do Amazonas no enfrentamento a crimes que envolvem a saúde pública e a fiscalização de produtos controlados.