Operação Narco Azimut – Fase II: PF cumpre 26 mandados e bloqueia R$ 934 milhões
PF cumpre 26 mandados e bloqueia R$ 934 milhões em operação

Operação Narco Azimut – Fase II: PF aprofunda investigações sobre lavagem de dinheiro

A Polícia Federal está em ação nesta quinta-feira, 26 de setembro, com a Operação Narco Azimut – Fase II, uma iniciativa que visa aprofundar as investigações sobre uma associação criminosa especializada em lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Cerca de 50 policiais federais estão mobilizados para cumprir 26 mandados judiciais, incluindo ordens de busca e apreensão e prisão temporária, expedidos pela 5ª Vara Federal em Santos, no estado de São Paulo.

Detalhes das prisões e bloqueios financeiros

Dos 26 mandados, 10 são de prisão, e até as 8 horas desta manhã, pelo menos sete indivíduos já haviam sido detidos. A pedido dos agentes federais, a Justiça determinou medidas rigorosas contra os investigados, incluindo o sequestro de bens e valores que totalizam até R$ 934 milhões. Além disso, foram impostas restrições societárias significativas, como a proibição de movimentação empresarial e transferência de bens vinculados às atividades ilícitas.

Locais das operações e contexto das investigações

As ações estão ocorrendo em endereços localizados em quatro municípios: São Paulo, Ilhabela e Taboão da Serra, no estado de São Paulo, e Balneário Camboriú, em Santa Catarina. Esta operação representa um desdobramento de apurações anteriores, especialmente das operações Narco Bet e Narco Azimut, que identificaram a atuação de um grupo criminoso na movimentação de recursos por meio de diversas modalidades.

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Segundo as investigações, os envolvidos utilizavam empresas e terceiros para estruturar a circulação de valores ilícitos, realizando operações financeiras de alto valor e movimentações com criptomoedas, tanto no Brasil quanto no exterior. A Polícia Federal destacou que as investigações continuam em andamento, e os suspeitos poderão responder por crimes como associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Esta operação reforça o compromisso das autoridades no combate a crimes financeiros complexos, que envolvem tecnologias modernas como criptomoedas, e destaca a importância da cooperação judicial para bloquear recursos ilícitos e proteger a economia nacional.

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