Mulher é presa após matar marido a facadas em Acrelândia e alega legítima defesa
Mulher presa por matar marido a facadas no AC alega legítima defesa

Mulher é presa após matar marido a facadas em Acrelândia e alega legítima defesa

Eliziarro de Jesus Souza, de 36 anos, foi morto a facadas na manhã do último domingo (12) em um galpão localizado no Ramal do Pelé, às margens do Rio Abunã, em Acrelândia, no interior do Acre. A principal suspeita do crime é a esposa da vítima, que foi presa em flagrante. Ao g1, a delegada Jade Dene, responsável pelo caso, disse que a mulher confessou ter desferido os golpes de faca e afirmou que agiu em legítima defesa. No entanto, as circunstâncias do crime ainda estão sendo apuradas.

Confissão e alegação de legítima defesa

"Ela foi presa em flagrante, confessou que desferiu os golpes de faca e alegou legítima defesa. Esse fato só vai ser apurado mediante a investigação policial, se houve legítima defesa ou não", afirmou a delegada. A polícia está analisando a dinâmica do crime e ouvindo testemunhas para verificar a versão apresentada pela suspeita.

Contexto do crime e detalhes da investigação

O casal é de Plácido de Castro, também no interior do estado, e estava em Acrelândia para trabalhar na coleta de castanha. No momento do crime, eles estavam em um galpão onde também se encontrava um amigo, que bebia com o casal e que mora no local por ser funcionário da propriedade. A polícia busca identificar se havia outras pessoas no local que possam ter presenciado o ocorrido e esclarecer como era o relacionamento entre o casal.

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Segundo a delegada, foi solicitado um exame de sangue para verificar se a mulher está grávida. O procedimento deve ser feito nesta segunda-feira (13). "Não há confirmação sobre a gravidez. Ela relatou que estaria grávida, mas solicitamos o exame de sangue e só teremos essa confirmação após o resultado", explicou Jade Dene.

Próximos passos e situação da suspeita

A suspeita relatou que estava sendo atacada pela vítima no momento da ocorrência, mas a versão ainda não pode ser confirmada. "A gente ainda não sabe nada a respeito, que tenha prova concreta", disse a delegada. A mulher permanece presa e deve passar por audiência de custódia, quando a Justiça vai decidir se ela continuará detida ou responderá ao processo em liberdade.

A investigação deve avançar com a oitiva de testemunhas e a análise da dinâmica do crime, incluindo a busca por evidências que possam corroborar ou refutar a alegação de legítima defesa. A polícia enfatiza a importância de apurar todos os fatos para garantir a justiça no caso.

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