Mulher é presa em Manaus por furtar R$ 14 mil de clínica após enganar funcionária
Uma mulher de 35 anos, que não teve a identidade divulgada, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (19), suspeita de enganar uma funcionária de uma clínica médica em Manaus, conseguir as chaves do estabelecimento e furtar R$ 14 mil em dinheiro do local.
Modus operandi envolveu mensagens e história inventada
De acordo com o delegado Leonardo Marinho, a suspeita entrou em contato com a funcionária da clínica usando mensagens de celular e inventou uma história para ter acesso ao local. “Ela afirmou que precisava das chaves para buscar um carregador de notebook e disse que enviaria um motorista por aplicativo para buscá-las. A funcionária acreditou na versão e entregou as chaves”, explicou o delegado.
Com o acesso liberado, a mulher entrou na clínica e furtou R$ 14 mil em espécie. Segundo a polícia, as investigações começaram após o registro de um boletim de ocorrência no dia 13 de novembro de 2025, dois dias depois do crime.
Imagens de câmeras de segurança foram cruciais para identificação
Durante as investigações, os policiais analisaram imagens de câmeras de segurança, que permitiram identificar a suspeita na entrada, no interior e na saída do estabelecimento. Segundo a polícia, a mulher utilizava sempre o mesmo modo de agir, aproximando-se das vítimas com histórias convincentes para ganhar confiança antes de cometer os crimes.
A mulher foi localizada no bairro Compensa, na Zona Oeste de Manaus, onde o mandado de prisão preventiva foi cumprido. Ela foi encaminhada ao 25º Distrito Integrado de Polícia (DIP) para os procedimentos legais.
Padrão de comportamento repetitivo preocupa autoridades
As autoridades destacam que este caso reflete um padrão de comportamento onde a suspeita se aproveita da confiança das vítimas para cometer crimes. A polícia alerta para a importância de verificar informações antes de conceder acesso a propriedades ou entregar objetos de valor.
O delegado Marinho enfatizou que a prisão preventiva foi necessária para evitar novos crimes, dada a recorrência do método utilizado pela suspeita. A investigação continua para apurar se há outras vítimas ou crimes relacionados.