Médica é investigada por omissão de socorro a família em unidade de saúde de Piracicaba
A Polícia Civil de São Paulo está conduzindo uma investigação contra uma médica por suposta omissão de socorro a um casal e ao filho de apenas um ano de idade. O incidente ocorreu na noite da última terça-feira (24), na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) localizada no bairro Piracicamirim, na cidade de Piracicaba, interior do estado de São Paulo.
Detalhes do caso e registro policial
Conforme informações divulgadas pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP), a alegação de omissão de socorro foi formalmente registrada em um boletim de ocorrência. A médica envolvida no caso foi detida no local e, posteriormente, encaminhada à Delegacia Seccional de Piracicaba para procedimentos legais.
Na delegacia, a profissional assinou um termo circunstanciado e foi liberada, aguardando o andamento das investigações. A criança, felizmente, recebeu atendimento médico adequado, foi medicada e assistida por outro profissional da unidade de saúde, conforme esclareceu a Secretaria Municipal de Saúde de Piracicaba.
Resposta da prefeitura e medidas administrativas
A Prefeitura de Piracicaba emitiu uma nota oficial informando que já adotou medidas administrativas internas para apurar minuciosamente o caso e verificar todas as circunstâncias envolvidas. A administração municipal destacou que preza pelo atendimento humanizado, seguro e de qualidade em suas unidades de saúde.
"Casos como este são tratados com a máxima seriedade e transparência pela nossa gestão", afirmou a pasta em comunicado. A prefeitura reforçou seu compromisso com a excelência no serviço público de saúde e garantiu que tomará as providências necessárias conforme o resultado das investigações.
Cenário na UPA Piracicamirim
A UPA Piracicamirim, onde ocorreu o incidente, é uma unidade de saúde que frequentemente enfrenta desafios operacionais, incluindo filas de espera e alta demanda por atendimento. Imagens recentes mostram pacientes aguardando em filas extensas em frente à unidade, refletindo a pressão sobre o sistema público de saúde na região.
Este caso levanta questões importantes sobre a responsabilidade profissional no atendimento de emergência e a necessidade de garantir que todos os pacientes, especialmente crianças, recebam assistência imediata e adequada em situações críticas.



