Caixa e cliente presas em esquema de furto em supermercado de Campo Grande
Caixa e cliente presas por furto em supermercado

Uma operadora de caixa e uma cliente foram presas em flagrante nesta quinta-feira (15) após serem flagradas em um esquema de furto em um supermercado de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. O caso ocorreu no bairro Coophavila II.

Como funcionava o esquema de furto

De acordo com as informações da polícia, a funcionária do estabelecimento fingia registrar os produtos no sistema de caixa, permitindo que a consumidora, de 34 anos, retirasse as mercadorias sem efetuar o pagamento correto. A simulação era feita durante a passagem dos itens pelo leitor óptico.

Um fiscal de prevenção de perdas notou a irregularidade. Ele percebeu que a operadora de caixa movimentava os produtos no equipamento, mas não realizava a leitura efetiva no sistema. Diante da suspeita, a equipe de segurança do local iniciou o monitoramento da situação.

A abordagem e a constatação do crime

A cliente foi abordada pelos seguranças no momento em que tentava deixar o supermercado. Na conferência das compras, ficou comprovado que uma parte significativa dos produtos não havia sido registrada.

As duas mulheres chegaram a pagar dois cupons fiscais, no valor total de R$ 107,37 (R$ 83,29 + R$ 24,08). No entanto, o valor real das mercadorias que estavam levando era de R$ 507,46. A diferença, que representa o prejuízo inicial ao estabelecimento, foi calculada em R$ 207,46.

Consequências e registro do ocorrido

A Polícia Militar foi acionada e apreendeu as notas fiscais que serviam como prova do esquema montado. Os produtos apreendidos, em sua maioria do tipo perecível, ficaram no supermercado.

As duas envolvidas receberam voz de prisão ainda dentro do estabelecimento comercial. O caso foi registrado na delegacia como furto qualificado, um crime com pena mais severa.

O episódio serve como alerta para os mecanismos de controle interno dos comércios e mostra como a ação vigilante de fiscais pode coibir práticas ilícitas que causam prejuízos ao varejo.