Polícia prende advogada suspeita de abrigar criminosos que atiraram em colega em Niterói
Advogada presa por abrigar bandidos que atiraram em colega em Niterói

Operação policial prende advogada suspeita de auxiliar criminosos em Niterói

A Polícia Civil do Rio de Janeiro realizou uma operação significativa neste fim de semana, resultando na prisão de uma advogada suspeita de fornecer abrigo para os criminosos responsáveis por um atentado a tiros contra uma colega de profissão em Niterói, na Região Metropolitana do estado.

Detalhes da prisão e operação policial

Nathalia Nunes Sant'Anna, também advogada, foi presa na manhã de sábado (14) no bairro Barreto, durante uma ação coordenada pela 78ª Delegacia de Polícia do Fonseca. Segundo as investigações, ela teria alugado um imóvel utilizado como esconderijo pelos bandidos após o crime violento.

A operação policial, realizada na sexta-feira anterior, resultou na apreensão de um arsenal considerável no local, incluindo material bélico, substâncias entorpecentes, roupas táticas e um bloqueador de sinal. As autoridades também encontraram as vestimentas utilizadas pelos criminosos durante o assalto, o que fortaleceu as evidências contra os envolvidos.

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Contexto familiar e investigações em andamento

Os agentes revelaram que a mulher presa é filha de Jorge Esteves Sant'Anna, conhecido como Nem Rato, um suposto chefe do Comando Vermelho que atua em comunidades de Niterói. Este vínculo familiar tem sido um ponto crucial nas investigações sobre possíveis conexões criminosas.

Contra Nathalia, foi cumprido um mandado de prisão temporária, enquanto a polícia continua em busca de outros dois suspeitos diretamente envolvidos no ataque. Um deles foi identificado como Carlos Alexandre Assis Silva, de 27 anos, que permanece foragido e possui extensa ficha criminal.

  • Associação criminosa
  • Desobediência
  • Porte ilegal de arma de fogo
  • Organização de grupo paramilitar ou formação de milícia privada

Estado da vítima e métodos de identificação

A advogada vítima do atentado continua internada em estado grave no Hospital Estadual Azevedo Lima, sob cuidados médicos intensivos. O delegado Gabriel Poiava, responsável pelo caso, explicou que a identificação dos criminosos foi possível graças a imagens de câmeras de segurança, que capturaram dois homens em uma motocicleta anunciando o assalto momentos antes do crime.

O Disque Denúncia do Rio de Janeiro divulgou um cartaz de procura para auxiliar nas investigações, incentivando a população a colaborar com informações através de seus canais oficiais:

  1. Central de atendimento: (21) 2253 1177 ou 0300-253-1177
  2. WhatsApp Anonimizado: (021) 2253-1177
  3. Aplicativo Disque Denúncia RJ

Esta operação destaca os esforços contínuos das forças de segurança no combate à criminalidade organizada na região metropolitana do Rio, especialmente em casos que envolvem profissionais do direito e possíveis infiltrações em setores da sociedade.

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