Furto inusitado em Porto Alegre: homem arranca lixeira pública para roubar bicicleta
Homem arranca lixeira pública para furtar bicicleta em Porto Alegre

Furto bizarro em Porto Alegre: homem arranca lixeira pública para roubar bicicleta

Um caso de furto inusitado chamou a atenção em Porto Alegre, quando um homem arrancou uma lixeira pública para conseguir furtar uma bicicleta. O incidente, registrado pela Polícia Civil, ocorreu na Rua General Lima e Silva, no movimentado bairro da Cidade Baixa, conhecido por sua vida boêmia e intensa circulação de pessoas.

Método incomum para cometer o crime

De acordo com as investigações, o suspeito não conseguiu abrir o cadeado que prendia a bicicleta à lixeira pública. Diante dessa dificuldade, ele optou por uma solução radical: retirou toda a estrutura da lixeira do local, carregando consigo tanto o veículo quanto o equipamento urbano. A cena bizarra foi flagrada pela Brigada Militar logo após o crime, quando o homem ainda transportava os dois objetos juntos.

O delegado Ajaribe Rocha Pinto detalhou o ocorrido: "Localizaram um suspeito que estava carregando uma bicicleta e que estava com uma trava a uma lixeira pública. Ele arrancou a lixeira para cometer o furto da bicicleta. Estava carregando as duas coisas, a lixeira e a bicicleta junto".

Autuação e consequências

O indivíduo foi autuado em flagrante por dano ao patrimônio público, um crime que pode acarretar penalidades significativas. A ação não apenas configurou furto, mas também causou prejuízos à infraestrutura urbana, destacando a gravidade do ato.

Bicicleta aguarda identificação do proprietário

Uma semana após o furto, a bicicleta permanece no pátio da 10ª Delegacia de Polícia, aguardando a identificação de seu legítimo dono. A Polícia Civil orienta que o proprietário compareça à delegacia com documento de identificação e a chave do cadeado para recuperar o veículo. Esse procedimento é essencial para comprovar a posse e evitar reivindicações fraudulentas.

O caso serve como alerta para a população sobre a importância de proteger adequadamente os pertences em espaços públicos, mesmo em bairros movimentados como a Cidade Baixa. Além disso, reforça a necessidade de vigilância e denúncia de atividades suspeitas, contribuindo para a segurança coletiva.