
Parece que Manaus vai respirar sustentabilidade de uma maneira completamente nova a partir desta quinta-feira, 28 de agosto. E digo mais: não é exagero afirmar que a cidade se transforma no epicentro do debate ambiental brasileiro com o início do Glocal Amazônia 2025.
O evento — que já nasceu grandioso — promove uma verdadeira imersão no universo da economia verde. A programação? Bem diversificada, pra não dizer explosiva de tão interessante. São debates que cutucam a mente, oficinas que colocam a mão na massa e, claro, aquela pitada cultural que só o Amazonas sabe oferecer.
Uma sinfonia pela sustentabilidade
Ah, e não me deixem esquecer o ponto alto da abertura: a Orquestra Filarmônica do Amazonas fazendo what? Um show especial no Teatro Amazonas, é claro! Imagina só: o lugar mais icônico da cidade ecoando notas musicais que conversam diretamente com a temática ambiental. Parece coisa de cinema, mas é real.
O Glocal Amazônia não é apenas mais um evento na agenda. É praticamente um termômetro do quanto avançamos — ou não — nas discussões sobre desenvolvimento sustentável na região mais vital do planeta. E olha, os organizadores capricharam na variedade: tem conteúdo para profissionais experientes, curiosos de primeira viagem e até para quem só quer entender melhor onde o Brasil está pisando nessas questões.
Por que esse evento importa?
Manaus, sabe? Às vezes a gente subestima o papel central que essa cidade joga no tabuleiro ambiental global. Eventos como esse escancaram justamente isso: a necessidade urgente de discutir a Amazônia com profundidade e, principalmente, com a voz de quem vive aqui.
E não se engane: não é só papo furado. As oficinas prometem ensinar coisas tangíveis — desde como aplicar práticas sustentáveis no dia a dia até maneiras de inovar em negócios sem destruir o que temos de mais precioso. É teoria e prática dançando juntas.
O que me pegou mesmo foi a ousadia de unir cultura e meio ambiente de forma tão natural. A Filarmônica não está lá só para enfeitar: a apresentação foi pensada para emocionar e, de quebra, lembrar que a natureza tem sua própria música — que a gente insiste em não ouvir.
Se você está por perto, é quase obrigatório dar uma passada. Mesmo que seja só para sentir o clima (e olha, o clima promete). Eventos assim são raros e, quando acontecem, merecem ser celebrados. Ou melhor: merecem ser vividos.
E aí? Vai ficar de fora dessa?