
Parecia cena de filme apocalíptico, mas era a pura realidade paulistana desta quinta-feira. O dia simplesmente escureceu no meio da tarde — uma escuridão pesada, daquelas que dão um frio na espinha — anunciando a fúria que estava por vir. E que fúria.
O Jornal da Record, é claro, botou o dedo na ferida e mostrou tudinho ao vivo. As imagens eram de arrepiar: ventos que pareciam querer arrancar tudo do lugar, ruas se transformando em rios furiosos em questão de minutos, e o desespero visível no rosto de quem tentava salvar o carro ou simplesmente chegar em casa.
E não foi pouco:
- Mais de 60 mil ficaram sem energia elétrica. Ficar no escuro, literalmente, enquanto o mundo desaba lá fora é uma experiência que ninguém merece.
- O caos no trânsito foi total. Avenidas viraram estacionamentos subaquáticos, e o metrô — aquele salvador de sempre — também enfrentou suas próprias encrencas com as águas.
- E o pior: a Defesa Civil teve que correr. Deslizamentos em áreas de risco são o pesadelo que se repente toda vez que o céu desaba assim. Famílias inteiras em alerta máximo.
Os meteorologistas, aqueles caras que tentam decifrar a fúria dos céus, já avisam: isso pode não ter sido um evento único. A previsão para os próximos dias ainda é de instabilidade. Aquele clima pesado, abafado, que já dá uma sensação de que algo ainda pode vir por aí.
O recado que fica? Fiquem de olho nos avisos oficiais, pessoal. Evitem áreas baixas, those points you already know always flood, e, pelo amor de Deus, não tentem enfrentar enxurradas de carro. Não vale a pena arriscar a vida por isso.
O time do JR não largou do osso e promete trazer todas as atualizações ao longo da noite. Porque quando o tempo vira esse monstro, a gente precisa de informação boa e rápida. E é isso que eles tão tentando entregar.