Rio de Janeiro registra fevereiro mais chuvoso em 30 anos, com volume três vezes acima da média
Fevereiro mais chuvoso em 30 anos no Rio, volume triplica média

Rio de Janeiro tem fevereiro mais chuvoso em três décadas

O mês de fevereiro de 2026 entrou para a história meteorológica da cidade do Rio de Janeiro como o mais chuvoso dos últimos 30 anos. Dados oficiais divulgados revelam um cenário de precipitações intensas que superou todas as expectativas e registros anteriores.

Volume pluviométrico atinge marca histórica

O acumulado de chuvas no período alcançou a impressionante marca de 354 milímetros, um valor que representa exatamente três vezes a média histórica para o mês de fevereiro, que normalmente fica em torno de 118 milímetros. Este desvio significativo em relação ao padrão climático estabelecido chama a atenção de especialistas e autoridades.

O fenômeno meteorológico que resultou neste fevereiro excepcionalmente chuvoso ainda está sendo analisado por institutos de pesquisa climática. As chuvas persistentes e intensas transformaram a paisagem urbana da capital fluminense, com impactos visíveis no cotidiano dos cariocas.

Contexto histórico das precipitações

A série histórica de dados pluviométricos, que abrange três décadas de registros meticulosos, nunca havia apresentado um fevereiro com tais características. Este recorde negativo destaca a intensidade das mudanças climáticas que afetam não apenas o Rio de Janeiro, mas diversas regiões do país.

As consequências deste volume extraordinário de chuvas incluem:

  • Alterações significativas nos padrões de circulação urbana
  • Desafios para a infraestrutura de drenagem da cidade
  • Impactos ambientais em áreas de preservação
  • Adaptação necessária nos sistemas de alerta meteorológico

Análise comparativa com anos anteriores

Quando comparado com os meses de fevereiro dos últimos anos, o acumulado de 2026 se destaca de forma dramática. Enquanto a média histórica se mantinha relativamente estável em torno de 118 milímetros, o triplo deste valor registrado neste ano representa uma anomalia climática de proporções consideráveis.

Meteorologistas alertam que eventos extremos como este tendem a se tornar mais frequentes diante das alterações globais no clima. A compreensão destes fenômenos se torna cada vez mais crucial para o planejamento urbano e a segurança da população.

O monitoramento contínuo das condições atmosféricas e o aperfeiçoamento dos sistemas de previsão climática são medidas essenciais para enfrentar desafios meteorológicos desta magnitude no futuro.