Inmet emite alerta vermelho para onda de calor no Sul; mais de 500 cidades em risco
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta vermelho para uma onda de calor que deve atingir centenas de municípios da região Sul do Brasil a partir de terça-feira, dia 3 de fevereiro. O aviso representa o nível máximo de severidade adotado pelo órgão e indica uma situação de grande perigo para a população.
O que caracteriza a onda de calor
De acordo com a classificação do Inmet, baseada na definição da Organização Meteorológica Mundial, uma onda de calor é caracterizada por temperaturas pelo menos 5 °C acima da média histórica por um período mínimo de cinco dias consecutivos. Neste episódio específico, o instituto alerta que as temperaturas podem permanecer muito acima do esperado para a época do ano por mais de cinco dias, intensificando os riscos à saúde e ao meio ambiente.
Áreas afetadas e duração do alerta
O alerta vermelho vale até sexta-feira, dia 6 de fevereiro, e alcança mais de 500 municípios nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. As áreas mais impactadas incluem:
- Oeste e norte catarinense
- Sudoeste, noroeste, nordeste e região central do Rio Grande do Sul
- Sudoeste, centro e sudeste do Paraná
Essas regiões devem enfrentar condições climáticas extremas, exigindo cuidados especiais da população, como hidratação adequada e evitar exposição prolongada ao sol.
Previsão climática para fevereiro
Além do alerta imediato, o Inmet também divulgou a previsão climática para o mês de fevereiro em todo o país. A expectativa é de chuvas acima da média nas regiões Norte e Sudeste do Brasil, enquanto o Sul e o Centro-Oeste devem registrar volumes de precipitação abaixo do normal.
As temperaturas tendem a permanecer elevadas em grande parte do território nacional. Nas regiões Norte e Centro-Oeste, por exemplo, a previsão indica marcas de até 1 °C acima da média histórica para o período, reforçando a tendência de calor intenso neste verão.
Essas condições climáticas destacam a importância de monitorar os avisos meteorológicos e adotar medidas preventivas, especialmente em áreas sob alerta vermelho, onde os riscos de desidratação, insolação e outros problemas de saúde são significativamente aumentados.