
Parece que o eixo Rio-São Paulo está mesmo perdendo a hegemonia, hein? E não é só impressão. Um levantamento bombástico divulgado esta semana jogou luz sobre quem são os verdadeiros campeões nacionais quando o assunto é competitividade. E adivinha só? O interior paulista arrasou!
O estudo, batizado de Índice Futuro da Competitividade Municipal (IFCM), não é qualquer uma dessas pesquisas superficiais que pipocam por aí. Ele é feito pela gente da MDC, uma consultoria que manja muito do riscado, e analisa nada menos que 45 indicadores diferentes. A gente tá falando de saúde, educação, segurança, infraestrutura, sustentabilidade… o pacote completo para uma cidade não só funcionar, mas prosperar.
O Mapa do Sucesso Não Fica no Litoral
O resultado foi, pra ser sincero, uma facada no orgulho das capitais tradicionais. A grande estrela da festa foi… rufem os tambores… Vinhedo. Isso mesmo, essa cidade de médio porte da Região Metropolitana de Campinas alcançou a nota máxima, um 10 perfeito e absolutamente merecido. E olha que coisa: ela não tá sozinha nesse pódio de excelência.
Jundiaí, outra potência da região, também marcou 10 pontos, mostrando que acertou na mosca ao investir pesado em inovação e em criar um ambiente superfavorável para os empreendedores. Quem diria, não?
Surpresas (Agradáveis) pelo Interiorzão
Mas a lista de destaques vai muito além. Olha só que interessante:
- Região de Sorocaba: Itu, Salto e Indaiatuba aparecem com notas altíssimas, todas acima de 9.63. Alguém avise a galera de lá que eles estão fazendo algo muito, mas muito certo.
- Região de Bauru: Agudos e Piratininga aparecem com um desempenho estelar, provando que desenvolvimento não é privilégio de cidade grande.
- Região de São José do Rio Preto: Bady Bassitt e Mirassol foram as grandes sensações, disparando na frente com notas impressionantes. Algo na água dessa região está gerando resultados incríveis!
E não para por aí. A pesquisa também elencou os "maiores evolutivos" – aqueles que deram um salto de qualidade absurdo nos últimos anos. Cidades como Taguaí, na região de Ourinhos, e Ipeúna, na esfera de Piracicaba, mostraram que com foco e boa gestão, é possível virar o jogo rapidamente.
E as Capitais? Como Ficaram?
Bom, aqui a história é um pouco diferente. A melhor colocada foi Curitiba, que conseguiu um honroso 43º lugar. São Paulo, a maior metrópole do país, ficou em 173º. E o Rio de Janeiro… bem, melhor nem comentar, não é? Fica a dica para os gestores públicos repensarem suas prioridades.
O que esse ranking prova, no fim das contas, é que o Brasil do futuro não está mais nos centros tradicionais e congestionados. Está nascendo nas cidades de porte médio, que investem em eficiência, em qualidade de vida e, claro, em um ambiente de negócios que realmente funcione. Quem quiser prosperar, talvez deva começar a olhar para o mapa com outros olhos. O interior está, literalmente, dando um banho.