Chuvas em Minas Gerais deixam 28 mortos e centenas de desabrigados; buscas por desaparecidos continuam
Chuvas em MG: 28 mortos, centenas de desabrigados e buscas por desaparecidos

Chuvas Devastadoras em Minas Gerais Causam Mortes e Deixam Centenas Desabrigados

As fortes chuvas que atingem a região de Juiz de Fora, em Minas Gerais, têm provocado uma situação de emergência, colocando a cidade e municípios vizinhos em estado de alerta máximo. Até o final da tarde desta terça-feira, 24 de fevereiro de 2026, os temporais intensos e os deslizamentos de terra resultaram em um trágico saldo de 28 mortos confirmados.

Bombeiros Realizam Buscas por Desaparecidos em Meio à Tragédia

Segundo informações divulgadas pelo Corpo de Bombeiros, 40 pessoas estão desaparecidas, enquanto centenas de residentes foram registrados como desabrigados e desalojados devido aos estragos causados pelas enxurradas e desmoronamentos. As equipes de resgate trabalham incansavelmente em uma força-tarefa coordenada entre os governos estadual e federal para localizar vítimas e prestar assistência nas áreas afetadas.

Os esforços concentram-se no resgate de sobreviventes e no apoio aos trabalhos de rescaldo, que incluem a remoção de detritos e a avaliação de estruturas comprometidas. A situação climática instável ainda preocupa as autoridades, que monitoram constantemente o risco de novos deslizamentos em encostas vulneráveis.

Contexto de Emergência e Destaques Paralelos

Enquanto a tragédia se desenrola em Minas Gerais, outros eventos de relevância nacional também chamam a atenção. O julgamento dos acusados pelo assassinato da vereadora Marielle Franco segue em curso, marcando um capítulo importante na busca por justiça no país. Esses dois acontecimentos – a emergência climática em Juiz de Fora e o processo judicial em andamento – destacam-se como focos de cobertura jornalística, refletindo a complexidade das questões enfrentadas pelo Brasil.

A população local recebe orientações para evitar áreas de risco e seguir as instruções das defesas civis municipais e estaduais. A solidariedade comunitária tem sido fundamental, com voluntários e organizações não governamentais mobilizando-se para fornecer alimentos, água e abrigo temporário aos afetados.