Guerra no Irã reduz popularidade de Trump e gera crise política nos EUA
Guerra no Irã reduz popularidade de Trump

Guerra no Irã derruba popularidade de Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que "dará uma oportunidade" à nova proposta de paz apresentada pelo Irã e que não tem pressa nas negociações. A declaração foi feita a jornalistas nesta quarta-feira, 20, logo após o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Qalibaf, declarar que o país não se renderá aos americanos, apesar da intensa pressão econômica.

Em uma mensagem de áudio divulgada em sua conta no Telegram, Qalibaf, que também atua como um dos principais negociadores de Teerã, afirmou que as Forças Armadas iranianas aproveitaram o cessar-fogo para se reestruturar. Ele acrescentou que os movimentos "óbvios e ocultos" do governo Trump indicam que Washington busca um novo confronto.

Derrota no Congresso americano

Na terça-feira, Trump sofreu uma importante derrota política. O Senado dos EUA aprovou o avanço de um projeto de lei que visa obrigá-lo a retirar o país da guerra contra o Irã. Desde que Trump ordenou o ataque ao Irã no final de fevereiro, os democratas têm forçado votações sobre resoluções de poderes de guerra, exigindo autorização do Congresso para manter o conflito ou retirar as tropas.

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Até então, os republicanos conseguiam barrar essas iniciativas. No entanto, o senador Bill Cassidy, do estado da Louisiana, mudou seu voto, dando o apoio decisivo para o avanço do projeto. Essa mudança reflete a crescente insatisfação com a condução do conflito.

Reações e perspectivas

A guerra no Irã tem gerado desgaste para Trump, tanto internamente quanto no cenário internacional. A proposta de paz iraniana surge como uma tentativa de diminuir as tensões, mas as declarações de Qalibaf indicam que o país não cederá facilmente. Enquanto isso, o Congresso americano busca retomar o controle sobre as decisões militares, limitando os poderes do presidente.

A situação continua em evolução, com possíveis impactos na popularidade de Trump e nas relações entre os dois países.

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