Cano da Sabesp estoura e vira chafariz para crianças em Itaquaquecetuba
Cano estourado vira chafariz para crianças em Itaquaquecetuba

Cano da Sabesp estoura e cria chafariz improvisado em Itaquaquecetuba

Um cano da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) estourou na tarde de sexta-feira (30), transformando-se em um inesperado chafariz no bairro Jardim Napoli 2, em Itaquaquecetuba. O incidente ocorreu na rua Central, onde a água jorrou intensamente, formando uma atração peculiar para as crianças da região.

Desperdício de água preocupa moradores

Segundo o morador Alessandro Nascimento Rutzen, a Sabesp foi avisada imediatamente após o rompimento, mas a empresa só enviou uma equipe para reparos no sábado (31), por volta das 18h46. Rutzen expressou sua frustração com a demora, destacando o enorme desperdício de água durante esse período.

Ele questionou a postura da companhia, que frequentemente pede economia de água à população. “A companhia pede para economizar, mas eles mesmos não se importam quando é da parte deles”, afirmou. O morador também refletiu sobre o impacto ambiental: “Vejo mais pelo lado da condição das represas. Quantas famílias poderiam ser abastecidas com esse volume desperdiçado? Locais que estão sem água e aqui jorrando pela sarjeta.”

Crianças transformam transtorno em diversão

Apesar do transtorno e da preocupação com o desperdício, Rutzen observou que as crianças do bairro encontraram um lado positivo na situação. “Estão brincando o tempo todo, desde ontem, pelo menos eles estão aproveitando”, comentou. O cano estourado se tornou uma atração improvisada, com os pequenos utilizando a água para se refrescar e se divertir nas ruas.

Sabesp responde e garante reparo

A Sabesp informou que enviou uma equipe ao local para realizar o reparo necessário, com previsão de conclusão ainda no sábado. A companhia esclareceu que o ocorrido não afetou o abastecimento de água na região, garantindo que os serviços de saneamento continuam normais para os demais moradores.

No entanto, a demora na resposta e o volume de água desperdiçado continuam a gerar críticas entre os residentes, que esperam uma atuação mais ágil da empresa em futuros incidentes.