Uma viagem de um grupo de italianos às Maldivas para participar de uma atividade de mergulho terminou em tragédia, com cinco deles perdendo a vida enquanto exploravam cavernas subaquáticas. Uma sexta pessoa que viajou com o grupo sobreviveu porque recusou ir na expedição de última hora.
Detalhes do acidente
Segundo o jornal La Repubblica, a mulher estava na mesma viagem de barco que os companheiros, mas no momento do mergulho optou por permanecer a bordo da embarcação, próximo ao Atol de Vaavu. Sua decisão de última hora salvou-lhe a vida, já que nenhum dos amigos sobreviveu ao mergulho. O motivo que a levou a tomar essa decisão ainda não foi esclarecido. A identidade dessa jovem também não foi revelada, mas ela seria a única pessoa do grupo da Universidade de Gênova que viajou para as Maldivas que retornará para casa com vida.
Vítimas identificadas
Os corpos recuperados pertencem à professora de Ecologia da Universidade de Gênova, Monica Montefalcone, à sua filha Giorgia Sommacal, que também era aluna da universidade, à pesquisadora Muriel Oddenino e ao biólogo marinho Federico Gualtieri. Havia uma quinta vítima, cujo corpo já havia sido retirado da água: Gianluca Benedetti, instrutor de mergulho natural de Pádua e gerente de operações da Albatros Top Boat.
Operação de resgate
Um grupo de cinco mergulhadores italianos morreu enquanto explorava uma gruta a uma profundidade de cerca de 50 metros no Atol de Vaavu, na quinta-feira, segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros italiano. Um dos corpos foi recuperado no mesmo dia. Durante os trabalhos de resgate, um socorrista também acabou perdendo a vida. Na segunda-feira (18), os corpos dos quatro turistas foram localizados. Os corpos desaparecidos foram encontrados no interior da gruta durante uma operação conjunta de busca e salvamento, explicou a Força de Defesa Nacional das Maldivas. Os quatro italianos encontrados mortos ainda não foram trazidos à superfície, mas as autoridades maldivas garantiram que novos mergulhos serão realizados nos próximos dias para recuperar os corpos.
Maior tragédia do tipo
O acidente de mergulho foi considerado o pior que já aconteceu neste destino turístico do Oceano Índico. As autoridades locais e italianas continuam investigando as causas do incidente.



