Menino de 3 anos morre afogado em represa rural no sul de Mato Grosso do Sul
Criança de 3 anos morre afogada em represa no MS

Tragédia em Japorã: Menino de 3 Anos Morre Afogado em Represa Rural

Uma criança de apenas três anos de idade faleceu após se afogar em uma represa localizada em uma propriedade rural no Assentamento PA Savana, em Japorã, no sul de Mato Grosso do Sul. O incidente ocorreu na terça-feira, dia 27, e chocou a comunidade local, levantando questões sobre segurança em áreas rurais.

Detalhes do Acidente

Segundo informações apuradas pela Polícia Civil, o menino, identificado como Joaquim Sosa de Oliveira, estava brincando na sala da residência quando, em um intervalo de poucos minutos, saiu para a área externa sem que os familiares percebessem sua ausência. A suspeita dos investigadores é de que a criança tenha se apoderado de uma vara de pesca antes de se dirigir até a represa, o que pode ter contribuído para o desfecho trágico.

Busca e Resgate

Ao notarem que o menino não estava mais dentro de casa, os familiares iniciaram imediatamente buscas pela propriedade. Durante a procura, eles se dirigiram até a represa e encontraram a vara de pesca parcialmente submersa na água, um indício alarmante. Joaquim foi localizado dentro do reservatório, em uma situação crítica.

A criança foi retirada rapidamente da represa e socorrida pelos próprios familiares, que tentaram reanimá-la. Inicialmente, ela foi levada ao posto de saúde de Japorã para atendimento de emergência. Devido à gravidade do caso, Joaquim foi transferido para o Hospital de Mundo Novo, onde recebeu cuidados mais especializados.

Falecimento e Investigação

No hospital, o menino chegou a ser entubado na tentativa de estabilizar seu quadro clínico, mas infelizmente não resistiu aos ferimentos e teve a morte confirmada pela equipe médica. A Polícia Civil esteve na propriedade rural para realizar os procedimentos de praxe, incluindo a coleta de depoimentos e a análise do local do acidente.

As autoridades abriram uma investigação para apurar com precisão todas as circunstâncias que levaram ao afogamento. O caso serve como um alerta sobre os perigos que represas e corpos d'água representam para crianças pequenas, especialmente em ambientes rurais onde a supervisão constante pode ser desafiadora.