Tragédia em Assu: Criança de 3 anos morre afogada em piscina de chácara
Criança de 3 anos morre afogada em piscina no RN

Tragédia em Assu: Criança de 3 anos morre afogada em piscina de chácara

Uma trágica fatalidade abalou a cidade de Assu, no interior do Rio Grande do Norte, neste domingo (25). Uma criança de apenas 3 anos, identificada como Maria Clara Dantas Basso, perdeu a vida após se afogar em uma piscina localizada em uma chácara. O incidente ocorreu em circunstâncias que ainda serão minuciosamente investigadas pelas autoridades competentes.

Socorro imediato e tentativas de reanimação

A menina foi rapidamente socorrida e transportada para a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) Dr. Milton Marques de Medeiros. Infelizmente, ela chegou ao local já em estado de parada cardiorrespiratória, sem sinais vitais aparentes. A Secretaria de Saúde do município emitiu um comunicado detalhando os esforços realizados pela equipe médica.

Profissionais de saúde executaram manobras de reanimação seguindo rigorosamente os protocolos assistenciais estabelecidos. A equipe multiprofissional dedicou-se intensamente às tentativas de ressuscitação, mas, apesar de todos os esforços, a vítima não resistiu e não houve resposta positiva aos procedimentos.

Investigações e encaminhamentos

Diante da gravidade do caso, o corpo da criança foi encaminhado para a Polícia Científica, onde passará por exames periciais necessários para esclarecer os detalhes do afogamento. As circunstâncias exatas que levaram ao acidente ainda não foram totalmente elucidadas, e investigações estão em andamento para determinar como o incidente ocorreu.

A Prefeitura de Assu manifestou, por meio de uma nota oficial, seu profundo pesar pela morte prematura de Maria Clara. A administração municipal solidarizou-se com os familiares, amigos e toda a comunidade da Escola Municipal Nélio Dias, instituição onde a menina estudava e era querida por todos.

Alerta para prevenção de acidentes

Este triste episódio serve como um alerta crucial para a importância da supervisão constante de crianças em ambientes aquáticos, especialmente piscinas. Acidentes domésticos como este destacam a necessidade de medidas preventivas, como o uso de cercas adequadas e a vigilância ativa de adultos, para evitar tragédias similares no futuro.

A comunidade local está em luto, e o caso reforça a discussão sobre segurança infantil em áreas de lazer. Enquanto as investigações prosseguem, a memória de Maria Clara permanece viva entre aqueles que a conheciam.