Jundiaí confirma primeiro caso de mpox em 2026; paciente é homem entre 30 e 39 anos
A Secretaria de Promoção da Saúde de Jundiaí, no interior de São Paulo, confirmou oficialmente, nesta segunda-feira (9), o primeiro caso de mpox na cidade em 2026. O paciente é um homem, residente do município, com idade entre 30 e 39 anos, que já está recebendo o devido acompanhamento médico pela rede de saúde local.
Sintomas e diagnóstico do caso em Jundiaí
De acordo com informações detalhadas da Vigilância Epidemiológica (VE) de Jundiaí, os primeiros sintomas da doença começaram a se manifestar no dia 22 de fevereiro. O diagnóstico foi confirmado posteriormente através de um exame laboratorial específico, que identificou a presença do vírus. As autoridades de saúde reforçam que o paciente está em monitoramento constante para garantir sua recuperação e prevenir possíveis complicações.
Contexto epidemiológico da mpox no Brasil e em São Paulo
Este caso em Jundiaí se soma a um cenário nacional que já registra 129 confirmações de mpox em 2026, conforme dados atualizados do Ministério da Saúde. A cidade de Sorocaba, também no estado de São Paulo, já havia confirmado um caso anteriormente. Em anos anteriores, Jundiaí havia registrado três casos em 2025 e cinco em 2024, indicando uma presença contínua, embora controlada, da doença na região.
O estado de São Paulo concentra a maior parte das infecções confirmadas no país neste ano, com um total de 86 casos. A distribuição dos demais casos pelo Brasil inclui principalmente:
- Rio de Janeiro: 19 casos
- Roraima: 10 casos
- Minas Gerais: 7 casos
- Rio Grande do Sul: 3 casos
- Rio Grande do Norte: 3 casos
- Paraná: 2 casos
O Ministério da Saúde informou que segue monitorando atentamente a situação em conjunto com as secretarias de saúde estaduais, visando uma resposta coordenada e eficaz.
O que é a mpox e como ela se transmite
A mpox é uma doença infecciosa causada por um vírus pertencente à mesma família da varíola tradicional. A transmissão ocorre principalmente através do contato direto e próximo com lesões cutâneas, fluidos corporais ou objetos contaminados de uma pessoa infectada. É fundamental destacar que a higiene e o distanciamento em casos suspeitos são medidas preventivas essenciais.
Sintomas e riscos associados à doença
Os sintomas mais comuns da mpox incluem febre, dor de cabeça intensa, inchaço dos gânglios linfáticos (conhecidos como ínguas) e lesões na pele que podem aparecer em diversas partes do corpo. Embora a maioria dos casos apresente uma evolução clínica leve, a doença pode representar riscos significativos de complicações para grupos vulneráveis, como pessoas com o sistema imunológico comprometido, crianças pequenas e gestantes.
As autoridades de saúde de Jundiaí e do estado de São Paulo continuam alertando a população sobre a importância de buscar atendimento médico ao primeiro sinal de sintomas suspeitos, garantindo assim um diagnóstico precoce e um tratamento adequado.



