Campina Grande: índice de infestação do Aedes aegypti chega a 4,7% e acende alerta de alto risco
Infestação de Aedes aegypti em Campina Grande atinge 4,7%

O índice de infestação do mosquito Aedes aegypti em residências de Campina Grande atingiu 4,7%, conforme levantamento da Secretaria Municipal de Saúde divulgado nesta segunda-feira (27). O número é classificado como de alto risco para a transmissão de dengue, zika e chikungunya.

O que diz o índice

O Índice de Infestação Predial (IIP) mede a porcentagem de imóveis com larvas do mosquito em relação ao total vistoriado. Índices abaixo de 1,0% são considerados de baixo risco; entre 1,0% e 3,9%, médio risco; e iguais ou acima de 4,0%, alto risco. Com 4,7%, Campina Grande está na faixa de alerta máximo.

Detalhes do levantamento

O Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti (LIRAa) de 2026 coletou dados entre os dias 23 e 27 de março, inspecionando 9.130 imóveis em 63 bairros da cidade. Dos bairros analisados, 33 foram classificados como de alto risco.

Banner largo do Pickt — app de listas de compras colaborativas para Telegram

Bairros com maior infestação

  • Malvinas: 9,4%
  • Velame: 9,1%
  • Palmeira Imperial: 9,1%
  • Cidades: 9,1%

Bairros com menor infestação

Os menores índices foram registrados nos bairros José Pinheiro, Mirante, Monte Castelo e Ronaldo Cunha Lima, com 1,6% cada — ainda assim, classificados como médio risco.

Ações da prefeitura

A Secretaria de Saúde informou que os números já eram esperados devido ao período chuvoso, que favorece o acúmulo de água e a formação de criadouros. A Vigilância Ambiental intensificou ações nos bairros com índices mais elevados, incluindo vistorias diárias, eliminação de criadouros e orientação à população, realizadas por agentes de combate a endemias e equipes de educação em saúde.

Banner pós-artigo do Pickt — app de listas de compras colaborativas com ilustração familiar