Morte de biguá por gripe aviária acende alerta em Jundiaí
Um biguá, ave silvestre aquática também conhecida como mergulhão ou cormorão, morreu em decorrência da gripe aviária na sede da Associação Mata Ciliar, localizada em Jundiaí (SP). O óbito ocorreu no dia 25 de abril, e o resultado do exame que confirmou a doença foi divulgado nesta quinta-feira (30). Antes de morrer, o animal apresentou sintomas neurológicos, conforme informado pelas autoridades.
A ave foi levada para a sede da associação no mesmo dia em que faleceu. Segundo a Prefeitura de Jundiaí, o biguá estava em um município vizinho antes de ser resgatado. O caso acendeu um alerta para a circulação do vírus Influenza tipo A na região.
Monitoramento e recomendações
A Prefeitura de Jundiaí informou, em nota oficial, que os profissionais da Associação Mata Ciliar que tiveram contato direto com a ave estão sendo monitorados pela Vigilância Epidemiológica (VE) do município. Até o momento, não há qualquer indicação de transmissão do vírus entre pessoas. As autoridades recomendam que a população evite o contato com aves doentes ou mortas e não as manuseie, a fim de prevenir possível contaminação.
O que é a gripe aviária?
A gripe aviária, ou influenza aviária, é uma doença viral causada pelo vírus Influenza tipo A, que afeta principalmente aves silvestres e domésticas. O vírus circula desde a década de 1990, mas nunca houve transmissão comprovada entre humanos. O risco é maior para pessoas que trabalham diretamente com animais contaminados, como tratadores e veterinários.
O biguá é uma ave aquática comum no Brasil, encontrada em rios, lagos e represas. A espécie é conhecida por sua habilidade de mergulhar em busca de peixes. A morte do animal por gripe aviária reforça a necessidade de vigilância constante sobre a fauna silvestre.
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