
Pois é, meus amigos, os números estão aí e não mentem: o Maranhão acaba de cruzar uma fronteira demográfica significativa. Segundo a mais recente pesquisa do IBGE, aquela instituição que vive contando nossos umbigos – e com precisão, diga-se – o estado agora abriga oficialmente mais de 7 milhões de almas.
Não é pouca coisa, não. São sete milhões de histórias, de vidas pulsando do Lençóis Maranhenses às terras altas do sul do estado. Um mosaico humano e cultural simplesmente impressionante.
E onde isso nos coloca no ranking nacional? Bem, o Maranhão, com essa população toda, se consolida firmemente na 12ª posição no pódio dos estados mais populosos do Brasil. Não é o topo, claro, mas está longe de ser um coadjuvante. É uma presença de peso, uma voz que ecoa com força no coração do Nordeste.
Um retrato em constante movimento
O que esses dados do IBGE realmente capturam? Eles vão muito além de um simples número numa planilha. Eles são um instantâneo – um retrato dinâmico, na verdade – de como as pessoas estão se distribuindo pelo território nacional. Mostram fluxos, tendências, para onde o país está se inclinando.
E o Maranhão, nesse contexto, é um ponto crucial de observação. Sua trajetória populacional conta uma história própria, um capítulo essencial para entender o Brasil de hoje. O crescimento não para, e cada novo morador adiciona uma camada a essa complexa e rica identidade maranhense.
Pensa só: a cada novo censo, a gente se redescobre. E os números, ah, os números sempre têm uma história para contar – basta saber ouvir.