CFN proíbe nutricionistas de usar IA para simular resultados
CFN proíbe IA para simular resultados em nutrição

O Conselho Federal de Nutrição (CFN) endureceu as restrições contra promessas de resultados e a publicidade associada a marcas, além de atualizar diretrizes diante dos avanços tecnológicos. A partir de agora, os nutricionistas estão proibidos de utilizar inteligência artificial (IA) para realizar simulações de resultados.

Novas regras para a profissão

A norma, publicada recentemente, visa coibir práticas que possam induzir pacientes a expectativas irreais. Além da proibição do uso de IA para simulações, o CFN também restringiu a associação de profissionais a marcas específicas em suas comunicações públicas.

As novas diretrizes foram estabelecidas para garantir a ética e a transparência na atuação dos nutricionistas, especialmente no ambiente digital, onde o uso de tecnologias como a inteligência artificial tem se tornado cada vez mais comum.

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Impacto na publicidade

Com a medida, nutricionistas não poderão mais utilizar ferramentas de IA para criar imagens ou vídeos que simulem resultados de tratamentos nutricionais. A publicidade associada a marcas também foi limitada, evitando que profissionais promovam produtos de forma indevida.

O CFN destacou que a atualização das regras era necessária para acompanhar as mudanças tecnológicas e proteger a saúde da população. A entidade reforçou que a nutrição deve ser baseada em evidências científicas, e não em simulações artificiais.

Orientações aos profissionais

Os nutricionistas devem revisar suas práticas de marketing e comunicação para se adequar às novas normas. O descumprimento pode resultar em penalidades, incluindo advertências e multas.

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