
Pois é, galera. Aconteceu uma daquelas coisas que a gente nunca espera - e o Otaviano Costa viveu na pele essa semana. O apresentador, que comanda o 'Melhor da Noite' na Globo, simplesmente sumiu do programa sem aviso prévio. E não foi por vontade própria, não.
O motivo? Um susto e tanto. Literalmente.
O cara teve uma arritmia cardíaca - dessas que faz o coração pirar completamente, batendo fora do compasso como se fosse uma bateria de escola de samba desafinada. Imagina a cena: você tá lá, trabalhando normalmente, e de repente seu próprio corpo decide fazer uma rebelião interna.
O susto que virou prioridade
Foi tudo muito rápido, segundo fontes próximas ao apresentador. Um mal-estar inesperado, aquela sensação estranha no peito que a gente sempre acha que é ansiedade até descobrir que é coisa séria. Otaviano não teve escolha: precisou parar tudo e correr para cuidar da saúde.
E olha, fez bem. Porque quando o assunto é coração, não tem essa de 'deixa pra depois'. Ou você respeita as advertências do corpo, ou o corpo te respeita à força - e ninguém quer a segunda opção.
O apresentador já está bem, thank God. Mas o episódio serviu como daqueles alertas que a vida nos manda de vez em quando: 'Ei, humano, não é máquina não!'.
E o programa?
Obviamente, o 'Melhor da Noite' seguiu normalmente - a vida não para, né? A Globo rapidinho escalou substitutes para cobrir o posto temporariamente. Tudo nos conformes, mas... confesso que fica aquela sensação estranha quando o titular some de repente.
É como chegar na padaria e não encontrar o padeiro de sempre: o pão pode até estar gostoso, mas a conversa fiada não é a mesma.
Otaviano já mandou recado para a equipe e para o público: tá se cuidando, fazendo os exames necessários e promete voltar assim que os médicos liberarem. E pelo visto, a volta não deve demorar muito.
Mas isso me faz pensar: quantas vezes a gente ignora os sinais que o corpo dá? Fica nessa correria maluca do dia a dia e trata saúde como se fosse item secundário. Até que um dia o corpo cobra a conta - e geralmente com juros.
O caso do Otaviano serve de lembrete para todo mundo. Às vezes, parar não é opção - é necessidade. E tá tudo bem em priorizar a saúde acima de tudo. Afinal, sem saúde, não há programa que funcione, não é mesmo?