STF adia para 25 de março julgamento sobre 'penduricalhos' no funcionalismo público
STF adia julgamento sobre 'penduricalhos' no funcionalismo

Supremo Tribunal Federal adia análise sobre suspensão de 'penduricalhos' no funcionalismo público

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu adiar para o dia 25 de março a análise das decisões dos ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes que suspendem o pagamento dos chamados 'penduricalhos' no funcionalismo público. O termo é utilizado para se referir a uma série de verbas indenizatórias, gratificações e auxílios que são somados às remunerações dos servidores públicos, ultrapassando frequentemente o valor do teto constitucional, estabelecido em R$ 46 mil.

O que são os 'penduricalhos' e seu impacto financeiro

A lista de benefícios considerados como 'penduricalhos' é extensa e inclui itens como escala de trabalho 3 por 1, pagamento de mensalidade de escolas particulares para filhos adultos, além de auxílio-peru e auxílio-panetone. Esses adicionais representam um custo significativo para os cofres públicos, tendo alcançado mais de R$ 10 bilhões apenas no ano de 2025. A discussão no STF visa avaliar a constitucionalidade desses pagamentos e a possibilidade de estabelecer uma ordem nos valores que excedem o limite legal.

Detalhes do julgamento e convidado especial

Para esclarecer o que são esses 'penduricalhos' e o impacto que eles têm no orçamento público, o podcast O Assunto, apresentado por Natuza Nery, recebeu Bruno Carazza, colunista do jornal Valor Econômico, comentarista do Jornal da Globo e professor associado da Fundação Dom Cabral. No episódio, Bruno detalha o que está em discussão na Corte e avalia a complexidade da tarefa de regular os pagamentos considerados inconstitucionais.

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Contexto do podcast O Assunto

O podcast O Assunto é produzido por Luiz Felipe Silva, Amanda Polato, Sarah Resende, Carlos Catelan e Luiz Gabriel Franco, com apresentação de Natuza Nery. Desde sua estreia em agosto de 2019, o programa acumula mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio e mais de 14,2 milhões de visualizações no YouTube, consolidando-se como uma fonte diária de informações relevantes.

Enquanto a suspensão dos pagamentos permanece em vigor, aguarda-se a decisão do STF em março, que poderá definir o futuro desses benefícios no funcionalismo público brasileiro.

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