Na manhã de quinta-feira, 30, auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, menos inflamados, ponderaram com o chefe do Executivo que ele não deveria “levar para o fígado” a derrota de Jorge Messias no Senado. Escolhido por Lula para integrar o Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro da Advocacia-Geral da União (AGU) foi rejeitado em uma votação com placar de 42 a 34.
Pressão por confronto
Muitos petistas estão interessados em um confronto com Davi Alcolumbre, presidente do Senado e, na visão dos aliados de Lula, principal responsável pela derrota de Messias. No entanto, o governo ainda não acabou, possui uma agenda legislativa a cumprir e tem uma dura campanha eleitoral pela frente.
Moderação como estratégia
Uma guerra total com Alcolumbre agora, na visão dos aliados mais moderados de Lula, não ajudaria o projeto de reeleição nem poderia ser vencida. Por isso, o conselho foi de moderação e foco nas prioridades do governo.



