Aprovação do governo Trump atinge ponto mais baixo no segundo mandato
A popularidade do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, registrou uma queda significativa e alcançou o menor nível desde o início de seu segundo mandato. Os dados são da mais recente pesquisa Reuters Ipsos, divulgada nesta terça-feira, 24 de março de 2026, que aponta uma redução no índice de aprovação de 40% para 36% em apenas uma semana.
Metodologia e margem de erro da pesquisa
O levantamento foi conduzido de forma online em todo o território nacional, coletando respostas de 1.272 adultos americanos ao longo de quatro dias, com encerramento na segunda-feira, 23 de março. A pesquisa possui uma margem de erro de 3 pontos percentuais, o que confere robustez estatística aos resultados apresentados.
Principais fatores para a queda na popularidade
Segundo análise da agência Reuters, o aumento da reprovação ao governo Trump está diretamente ligado às suas ações na guerra contra o Irã. O conflito internacional e a alta nos preços dos combustíveis emergiram como os elementos centrais que impactaram negativamente a imagem do mandatário republicano perante a opinião pública.
Evolução histórica da aprovação presidencial
A trajetória da popularidade de Trump mostra que, nos primeiros dias de sua presidência, a taxa de aprovação chegou a 47%. Desde meados do ano passado, no entanto, esse índice se manteve estável, oscilando em torno dos 40%, até a recente e acentuada queda registrada na pesquisa.
Queda no apoio aos ataques contra o Irã
O apoio dos cidadãos americanos às ofensivas militares dos Estados Unidos contra o Irã também apresentou declínio. O levantamento indica que apenas 35% da população apoia a ação, uma redução em relação aos 37% registrados na semana anterior. Em contrapartida, a desaprovação dos ataques subiu para 61%, ante os 59% apurados no período anterior.
Insatisfação com o custo de vida
A avaliação dos norte-americanos em relação ao desempenho do governo Trump no que tange ao custo de vida também se deteriorou. Apenas 25% dos entrevistados aprovaram a atuação presidencial nessa área, um tema que foi central durante sua campanha para a reeleição em 2024.



