Pesquisa Quaest 2026: Lula lidera com 37%, Flávio Bolsonaro tem 23%
Nova pesquisa Quaest para eleição presidencial de 2026

O cenário político para a disputa presidencial de 2026 ganha novos contornos nesta quarta-feira, 14 de janeiro. O instituto de pesquisas Quaest está prestes a divulgar um levantamento inédito, encomendado pelo Banco Genial, que mede as intenções de voto da população brasileira. Esta será a segunda pesquisa do instituto realizada após a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Detalhes da nova pesquisa Quaest

A pesquisa Genial/Quaest foi realizada entre os dias 8 e 11 de janeiro, totalizando 2.004 entrevistas em todo o território nacional. A margem de erro estimada é de dois pontos percentuais, o que oferece um retrato confiável do atual momento político. A divulgação oficial está marcada para as 10 horas desta quarta-feira, 14 de janeiro.

O estudo avaliou oito nomes considerados principais pré-candidatos à sucessão presidencial. A lista inclui o atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Também foram pesquisados os governadores Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Romeu Zema (Novo), além de Ratinho Junior (PSD), Ronaldo Caiado (União), Aldo Rebelo (DC) e Renan Santos (Missão).

Cenários de segundo turno e comparação com pesquisa anterior

Além das intenções de voto totais, o levantamento da Quaest também vai apresentar projeções para possíveis cenários de segundo turno. Esses dados são cruciais para entender as alianças e rejeições no eleitorado.

Esta é a segunda pesquisa do instituto após a prisão de Jair Bolsonaro. A primeira, divulgada em 16 de dezembro, mostrou a seguinte distribuição de votos entre sete candidatos:

  • Lula (PT): 37%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 23%
  • Ratinho Junior (PSD): 11%
  • Romeu Zema (Novo): 4%
  • Ronaldo Caiado (União): 3%
  • Renan Santos (Missão): 1%
  • Aldo Rebelo (DC): 1%

A nova pesquisa trará a inclusão de Tarcísio de Freitas na lista e atualizará esses percentuais, refletindo os movimentos políticos das últimas semanas. A expectativa é que os números ofereçam um termômetro preciso sobre o impacto dos recentes eventos na opinião pública e no direcionamento das campanhas que começam a se desenhar para 2026.