O papa Leão XIV lamentou neste domingo (3) que a liberdade de imprensa esteja sendo frequentemente violada ao redor do mundo. A declaração do líder da Igreja Católica foi feita durante a recitação da Regina Coeli, oração mariana que substitui o Angelus no Tempo Pascal, por ocasião do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa.
“Infelizmente, este direito é frequentemente violado, por vezes de forma flagrante, por vezes de forma velada. Recordamos os muitos jornalistas e repórteres que foram vítimas da guerra e da violência”, afirmou o pontífice.
Apoio de líderes europeus
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, também destacou a data em publicação nas redes sociais. “A liberdade de imprensa é um dos pilares da democracia. A União Europeia protege o que importa, incluindo o direito de receber informação independente e fiável. Hoje, no Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, reiteramos o nosso dever de apoiar e proteger os jornalistas para que possam exercer o seu trabalho sem pressão, intimidação ou danos”, escreveu a líder europeia.
Já o ministro da Empresa e do Made in Italy, Adolfo Urso, afirmou que proteger os profissionais da comunicação “não é apenas um dever moral, mas um compromisso concreto”, ressaltando que a imprensa é “um pilar essencial da democracia”.
Contexto da data
O Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, celebrado em 3 de maio, foi instituído pela UNESCO para conscientizar sobre a importância da liberdade de imprensa e lembrar os jornalistas que enfrentam perseguições, censura e violência em todo o mundo.



