Trump emite alerta grave sobre Irã: 'Civilização inteira pode morrer esta noite'
Nesta terça-feira (7), países do Golfo Pérsico relataram uma série de ataques provenientes do Irã, intensificando as tensões na região. Catar, Bahrein e Emirados Árabes Unidos afirmaram ter sido alvos de mísseis e drones lançados por Teerã, poucas horas antes do fim do prazo estabelecido pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para que o Irã fechasse um acordo favorável a Washington.
Detalhes dos ataques nos países do Golfo
Segundo informações da agência Reuters, explosões foram ouvidas em Doha, a capital do Catar. O governo catariano declarou que conseguiu interceptar com sucesso um ataque de mísseis, demonstrando preparo defensivo diante da ameaça. Simultaneamente, o Ministério do Interior do Bahrein emitiu um comunicado informando que sirenes de alerta foram acionadas em todo o território nacional.
"Os cidadãos e residentes são aconselhados a manter a calma e dirigir-se ao local seguro mais próximo", afirmou o ministério em uma publicação oficial na internet. Já os Emirados Árabes Unidos também ativaram sirenes de alerta e relataram estar "atuando contra mísseis balísticos, mísseis de cruzeiro e drones", indicando uma resposta coordenada às ofensivas.
Alerta iraniano e contexto do prazo de Trump
Mais cedo, a mídia estatal iraniana divulgou um alerta direcionado a moradores e cidadãos que cruzam diversas pontes e estradas na Arábia Saudita, nos Emirados Árabes Unidos e no Bahrein. De acordo com o comunicado, essas áreas seriam declaradas zonas militares a partir das 23h, no horário de Teerã, o que corresponde às 16h30 no horário de Brasília.
Este movimento ocorre em um contexto de pressão internacional, com Trump tendo estabelecido um prazo para que o Irã aceitasse um acordo que atenda aos interesses de Washington. As declarações do ex-presidente, incluindo a frase "uma civilização inteira morrerá esta noite", refletem a gravidade da situação e os riscos de uma escalada no conflito.
O regime do Kuwait também monitora de perto os desenvolvimentos, embora não tenha relatado ataques diretos até o momento. A situação permanece volátil, com autoridades locais e internacionais em alerta máximo para possíveis novos incidentes.



