Mendonça avalia investigar obstrução de justiça no caso Lulinha no INSS
Mendonça avalia obstrução de justiça no caso Lulinha

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator da investigação sobre as fraudes bilionárias no INSS, avalia abrir um procedimento para apurar possíveis atos de obstrução de Justiça contra Lulinha e seus aliados no governo. As manobras que resultaram na remoção do delegado responsável pela investigação que ameaça o filho do presidente da República, bem como outros movimentos patrocinados pelo próprio presidente Lula, relacionados a mudanças de delegados, estão sob análise do magistrado.

Advertências anteriores e novas suspeitas

Antes mesmo de a Polícia Federal retirar o delegado que investigava Lulinha do caso do INSS, Mendonça já havia advertido dois ministros de Lula sobre atos considerados indevidos contra a investigação. A informação foi relatada ao Radar por conselheiros do próprio petista. Apesar dos conselhos recebidos, Lula teria dobrado a aposta, intensificando as ações que agora são alvo de escrutínio.

Próximos passos da investigação

O ministro do STF deve, nos próximos dias, decidir sobre a abertura formal do procedimento para coleta de informações. A medida visa esclarecer se houve interferência política ou administrativa que pudesse atrapalhar as apurações de corrupção no âmbito do INSS. O caso segue sob sigilo, mas fontes próximas ao processo indicam que Mendonça está atento a qualquer tentativa de obstruir o andamento das investigações.

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A situação coloca em xeque a atuação do governo Lula e de seus aliados, que podem enfrentar consequências legais caso fique comprovada a obstrução de justiça. O STF, por meio de Mendonça, busca garantir a independência e a eficácia das investigações sobre as fraudes que podem ter causado prejuízos bilionários aos cofres públicos.

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