Nunes Marques assume presidência do TSE e comandará eleições de 2026
Nunes Marques toma posse no TSE e liderará eleições

Nunes Marques assume presidência do TSE e comandará eleições de 2026

O ministro Kassio Nunes Marques toma posse nesta terça-feira como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e será o responsável por conduzir as eleições gerais no segundo semestre de 2026. André Mendonça será empossado como vice-presidente da Corte eleitoral. Ambos os magistrados foram indicados ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e já divergiram da maioria da Corte em julgamentos importantes.

A cerimônia de posse ocorrerá no próprio TSE, em Brasília. Após o evento solene, será realizada uma festa organizada por associações jurídicas. O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que disputará a reeleição, foi convidado para a solenidade, assim como os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), principal adversário de Lula na disputa presidencial, também foi chamado, juntamente com os demais parlamentares federais.

Ex-presidentes convidados

Um convite também foi enviado a todos os ex-presidentes da República, incluindo o próprio Jair Bolsonaro e Fernando Collor, que atualmente cumprem prisão domiciliar. A presença de ambos, no entanto, ainda não foi confirmada.

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Nunes Marques substitui a ministra Cármen Lúcia, que esteve à frente da Corte eleitoral nos últimos dois anos, período que incluiu a disputa municipal de 2024. A nova gestão terá a missão de organizar e supervisionar as eleições de 2026, que definirão o próximo presidente da República, governadores, senadores e deputados federais e estaduais.

Perfil dos novos dirigentes

Kassio Nunes Marques, natural do Piauí, foi nomeado para o STF por Jair Bolsonaro em 2020. André Mendonça, ex-ministro da Justiça e ex-advogado-geral da União, também foi indicado por Bolsonaro e tomou posse no STF em 2021. Ambos são considerados de perfil conservador e já votaram de forma divergente em temas como demarcação de terras indígenas e liberdade de expressão.

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