Mulheres ganham 21,3% menos que homens no Brasil; contratação feminina cresce 11%
Mulheres ganham 21,3% menos que homens no Brasil

Um relatório recente sobre desigualdade salarial no Brasil trouxe à tona dados preocupantes: as mulheres brasileiras ainda recebem, em média, 21,3% a menos do que os homens. Essa disparidade se mantém estável desde 2023, indicando que, apesar de alguns avanços, a igualdade salarial ainda está distante.

Aumento na contratação feminina

Por outro lado, o mesmo relatório aponta um crescimento de 11% na contratação de mulheres no período. Esse aumento pode ser reflexo de políticas de diversidade e inclusão adotadas por empresas, bem como de uma maior conscientização sobre a importância da equidade de gênero no ambiente de trabalho.

Contexto econômico

Os dados vêm em um momento em que o mercado de trabalho brasileiro passa por transformações. A pesquisa também revela que 45% dos brasileiros buscam renda alternativa, segundo o Datafolha, e que as mulheres sofrem mais com a situação financeira do que os homens. Além disso, o dólar abriu em queda nesta segunda-feira (27), cotado a R$ 4,96, enquanto o Ibovespa avançava.

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Desafios persistentes

Apesar do aumento nas contratações, a diferença salarial permanece um desafio. Especialistas apontam que fatores como segregação ocupacional, discriminação e falta de políticas de apoio à maternidade contribuem para a manutenção dessa disparidade. A expectativa é que medidas como transparência salarial e incentivos à participação feminina em setores de alta remuneração possam ajudar a reduzir a diferença.

O relatório reforça a necessidade de ações contínuas para promover a igualdade de gênero no mercado de trabalho brasileiro, tanto em termos de contratação quanto de remuneração.

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