STF e militares unem-se em licitação de R$ 26,3 milhões por computadores
STF e militares em licitação de R$ 26,3 mi por TI

O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou, no final do ano passado, um processo de licitação em conjunto com outras instituições públicas para a aquisição de um grande volume de equipamentos de tecnologia da informação. O valor total estimado para a concorrência pública é de até R$ 26,3 milhões.

Detalhes da licitação conjunta

A parceria para a compra inclui, além do próprio STF, o Corpo de Bombeiros do Distrito Federal, o Comando de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército e o Hospital Naval de Natal. O edital prevê a compra de uma variedade de itens de informática, incluindo microcomputadores, notebooks, workstations, monitores, kits de teclado e mouse sem fio e HDs externos.

Distribuição dos equipamentos

O montante será dividido entre os órgãos participantes, com cada um recebendo uma parcela específica dos equipamentos:

  • STF: Ficará com 1.100 microcomputadores e 400 notebooks.
  • Corpo de Bombeiros do DF: Planeja adquirir 1.353 máquinas de mesa (desktops) e 1.361 monitores.
  • Comando de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército: Receberá 300 microcomputadores e 300 monitores.
  • Hospital Naval de Natal: Também está incluído no processo, embora as quantidades específicas para a unidade hospitalar não tenham sido detalhadas no anúncio inicial.

Contexto e implicações da aquisição

A abertura da licitação ocorreu em 6 de janeiro de 2026, conforme divulgado. A iniciativa de uma compra conjunta entre o Poder Judiciário, representado pelo STF, e órgãos das Forças Armadas e de segurança pública chama a atenção pelo seu volume financeiro e pela natureza dos participantes.

Investimentos em tecnologia são fundamentais para a modernização da administração pública e para a segurança da informação. A aquisição de novos equipamentos visa atualizar a infraestrutura de TI dessas instituições, que possuem demandas operacionais críticas e exigentes.

Processos licitatórios de grande porte, como este, são acompanhados de perto pelos órgãos de controle para garantir a economicidade, a legalidade e a transparência na aplicação dos recursos públicos. O sucesso da concorrência dependerá do cumprimento de todas as etapas previstas na lei.