Trio Trem de Três grava projeto audiovisual com clássicos da MPB no Rio
Trio Trem de Três grava projeto audiovisual no Rio

Trio de Elite da Música Brasileira Anuncia Projeto Audiovisual Multimídia

O violoncelista Jaques Morelenbaum, o ritmista Marcelo Costa e o multi-instrumentista de sopros Carlos Malta – este último hábil no domínio da flauta, saxofone, clarinete e clarone – consolidaram-se como três dos músicos instrumentais mais requisitados do cenário nacional, frequentemente compartilhando palcos e estúdios com os maiores cantores do Brasil. Unidos desde o ano passado sob o nome Trem de Três, o trio realizou sua estreia em 30 de maio de 2025, com uma apresentação memorável na renomada casa Blue Note Rio.

Gravação Histórica com Plateia Selecionada

Quase um ano após sua estreia, os três talentosos artistas cariocas preparam-se para um marco em suas carreiras: a gravação de um projeto audiovisual multimídia durante um show especial, agendado para 30 de abril. O evento ocorrerá no estúdio Mega, localizado no Rio de Janeiro, cidade natal dos músicos, e contará com uma plateia reduzida e exclusiva de convidados.

Este projeto, uma iniciativa da Indie Records, promete gerar dois produtos culturais significativos: um documentário e um álbum ao vivo. As imagens serão capturadas sob a direção do renomado Nando Chagas, com a previsão de exibição em um canal fechado de televisão, ampliando o alcance da obra.

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Repertório que Homenageia Gigantes da Música Brasileira

Para montar o repertório deste primeiro registro fonográfico, o Trem de Três seguirá basicamente o roteiro já apresentado em seus shows, garantindo autenticidade e a energia característica de suas performances ao vivo. A seleção musical é uma verdadeira celebração aos grandes compositores da música popular brasileira, incluindo:

  • Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994), representado por clássicos como “O morro não tem vez” (1963, em parceria com Vinicius de Moraes), “Surfboard” (1967) e “Retrato em branco e preto” (1967), esta última uma parceria com Chico Buarque que será interpretada em um solo instrumental emocionante de Jaques Morelenbaum.
  • Edu Lobo, compositor recorrente no repertório do trio, com obras como “Ponteio” (1967, com José Carlos Capinan), “Zanzibar” (1970), “Vento bravo” (1973, com Paulo César Pinheiro) e “Repente” (1976, novamente com Capinan).
  • Outras joias da MPB, como “Aquele abraço” (Gilberto Gil, 1969), “Canto de Xangô” (Baden Powell e Vinicius de Moraes, 1966), “Igrejinha” (Hermeto Pascoal, 1971) e “Trilhos urbanos” (Caetano Veloso, 1979).

Esta gravação não apenas documenta a maestria técnica e artística do Trem de Três, mas também serve como uma homenagem viva à rica tradição musical brasileira, conectando gerações através de melodias atemporais.

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