Sabrina Carpenter: Álbum Novo Falha em Entregar Ousadia Prometida e Cai na Repetição
Sabrina Carpenter: álbum novo é repetitivo e decepciona

Era pra ser diferente. A capa do álbum gritava ousadia, rebeldia, algo que faria a gente sentar e prestar atenção — mas aí você aperta o play e... bem, é mais do mesmo. Sabrina Carpenter, que tem tudo para ser uma força criativa no pop, parece ter escolhido o caminho mais seguro (e entediante) dessa vez.

O tal disco, que vinha sendo aguardado com certa expectativa, acaba soando como uma coletânea de B-sides de trabalhos anteriores. As músicas se misturam umas nas outras, sem nenhum momento que realmente te faça levantar da cadeira. Que desperdício!

Promessa vs. Realidade: O Abismo Criativo

A capa sugere uma artista pronta para quebrar moldes — cores vibrantes, uma pose desafiadora, tudo indicando que Sabrina estava prestes a surpreender. Mas a música? Ah, a música não acompanha o visual. É como comprar uma embalagem reluzente e encontrar o mesmo produto de sempre dentro.

Os arranjos seguem uma fórmula tão previsível que até parece que estamos ouvindo uma playlist em loop. Não há riscos, não há aquela faixa que te faz pensar "caramba, ela foi longe". E olha que a gente sabe que ela tem capacidade para isso.

O Problema da Produção Musical

Os produtores claramente apostaram no seguro — beats que já conhecemos de cor, estruturas que não desafiam nem um pouco o ouvinte. Até a voz da Sabrina, que normalmente é um ponto forte, parece estar presa nessa mesmice sonora.

É daquelas situações onde você fica se perguntando: mas quem assinou embaixo nisso? Ninguém na equipe percebeu que estava tudo soando igual? Difícil acreditar.

Momentos que poderiam ter salvado

Teve uma ou duas faixas que até começam promissoras — um synth diferente aqui, uma levada mais interessante ali — mas rapidinho caem no mesmo padrão que domina o disco todo. É frustrante!

Parece aquela relação onde a pessoa promete mudar, mas nunca muda. Você fica torcendo, esperando que dessa vez vai ser diferente, mas no final... sabe como é.

E o pior: a gente ouve e percebe que o potencial estava lá, bem ali, mas não foi explorado. Talvez medo da gravadora? Talvez pressão comercial? Quem sabe...

O que esperar do próximo?

Esperamos que Sabrina Carpenter use essa experiência como aprendizado. Ela tem talento, tem voz, tem carisma — só precisa de coragem para realmente inovar. O público merece mais, e ela certamente pode entregar mais.

Enquanto isso, esse álbum vai ficar na prateleira como aquele projeto que poderia ter sido incrível, mas escolheu ser apenas... mais um.