Osvaldo Cruz conquista 3º lugar no ranking de progresso social do Brasil
Osvaldo Cruz é 3ª no ranking de progresso social

A cidade de Osvaldo Cruz, localizada no interior paulista, alcançou a terceira posição no ranking nacional do Índice de Progresso Social (IPS) em 2026. Com uma população estimada em 32.112 habitantes, segundo o IBGE, o município se destacou entre os 5.570 avaliados pelo IPS Brasil, que considera 57 indicadores sociais e ambientais.

Evolução nos últimos anos

Osvaldo Cruz apresentou uma trajetória ascendente no IPS. Em 2024, a nota foi de 67,48; em 2025, subiu para 68,44; e neste ano atingiu 71,76, garantindo o terceiro lugar. Outra cidade da região, Adamantina, também aparece no ranking, ocupando a 13ª posição com nota 70,97.

Dimensões avaliadas

O IPS mede o progresso social em três dimensões: Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-estar e Oportunidades. Em Osvaldo Cruz, os destaques foram:

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  • Necessidades Humanas Básicas: 10º lugar nacional (88,62/100)
  • Fundamentos do Bem-estar: 178º lugar (72,37/100)
  • Oportunidades: 11º lugar (54,30/100)

Reação da prefeita

A prefeita Vera Alves, que é assistente social, celebrou o resultado. Ela destacou que os indicadores refletem avanços em saúde, saneamento e acesso a direitos básicos. "Pra mim significa muito e para a população de Osvaldo Cruz também, porque, como assistente social, quando a gente olha os indicadores, eles estão dentro dos sociais e ambientais. Então isso traz uma boa alimentação, boa saúde, moradia, o saneamento, e o acesso a direitos individuais", afirmou. Ela também atribuiu o sucesso ao trabalho da equipe municipal: "A gente tem uma equipe muito boa, com pessoal comprometido com a cidade. É isso que a gente quer, trazer bem-estar e qualidade de vida à população".

Sobre o IPS Brasil 2026

O Índice de Progresso Social é calculado pelo Social Progress Imperative e, no Brasil, é aplicado pelo Imazon em parceria com outras organizações. O IPS 2026 utiliza dados públicos de fontes como DataSUS, IBGE, Inep e MapBiomas. O ranking revela que as desigualdades regionais persistem: 18 das 20 cidades mais bem colocadas estão no Sul e Sudeste, enquanto 19 das 20 piores estão no Norte e Nordeste.

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