
Ah, Cruzeiro do Sul... Quem conhece sabe que a cidade respira cultura e tradição. E não é que ela está prestes a ferver de novo? Entre os dias 29 de agosto e 1º de setembro, o segundo distrito — conhecido como Vila do Juruá — vira o palco principal do tão aguardado Festival da Farinha.
Imagine só: quatro dias intensos onde o cheiro irresistível da farinha fresca se mistura com o ritmo contagiante do forró e o calor humano da comunidade. Isso não é apenas um evento, é uma experiência que gruda na memória — assim como a farinha gruda no fundo da panela, mas de um jeito bom, sabe?
Quinta-feira (28/08) — Só uma provadinha do que vem por aí
A coisa começa quinta, ainda de forma tímida. Às 19h, a abertura oficial — daquelas com direito a discurso, fita cortada e aquela expectativa no ar. Mas o termômetro mesmo esquenta às 20h, com o Forró da Galera esquentando os tamborins e os pés dos presentes.
Sexta-feira (29/08) — O negócio começa a ficar sério
Sexta é dia de acordar cedo com cheiro de cultura. Às 8h da manhã já rola uma visita guiada às casas de farinha — uma chance de ouro para ver de perto onde a magia acontece. À noite, a partir das 19h, os shows tomam conta. Banda Forró da Galera e a galera do Forró da Lua chegam para botar fogo no arraial.
Sábado (30/08) — O ápice da farinhada
Sábado é, sem dúvida, o dia principal. A programação começa às 7h (sim, você leu certo) com café da manhã regional. Quer coisa melhor? O dia segue com oficinas, mais visitas às casas de farinha e — pasmem — um almoço comunitário às 12h. À noite, a festa continua com a Banda Forró da Galera e o Forró da Lua outra vez, porque uma vez é pouco, duas é bom, e três... bem, três não vai rolar, mas duas já estão de bom tamanho!
Domingo (01/09) — Para fechar com chave de ouro
Domingão começa forte outra vez com café regional às 7h. Tem missa às 8h para abençoar a farinha e quem produz, e depois é só alegria com o encerramento do festival. Claro, não poderia faltar um último show da Banda Forró da Galera às 11h para ninguém dizer que o evento esfriou.
Olha, é tanta coisa que é até difícil escolher por onde começar. Mas uma coisa é certa: quem for sairá de lá não só com o estômago cheio, mas com o coração aquecido pela autenticidade do povo acreano. E talvez com um saquinho de farinha na bolsa, quem sabe?
É isso aí. Festival que se preze tem que ter identidade, e esse — sem sombra de dúvida — tem de sobra. Bora marcar presença?