
Não é todo dia que a gente vê uma celebração que mistura raízes profundas com uma energia tão contagiante — e olha que estamos falando de um quarto de século de história! Pois é, o Festival de Cultura Tradicional da Chapada dos Veadeiros chegou aos 25 anos e, cara, que jornada.
Imagine só: de 5 a 8 de setembro, a Vila de São Jorge vira palco de uma das maiores manifestações culturais do país. E não é exagero. Lá, o passado e o presente se abraçam sem medo de misturar tambor com guitarra, rezadeira com poeta, e dança ancestral com performance moderna.
Uma programação que é pura resistência
Os organizadores — a Associação dos Moradores da Vila (Amovila) e a Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge — botaram pra quebrar. São mais de 200 atrações, gente de todo canto do Brasil, e uma vibe que você dificilmente encontra em outro lugar.
Teve apresentação de grupos folclóricos que mantêm viva a chama de tradições quase esquecidas. Teve cantoria de viola que arrepia. Teve dança, teatro, exposição de arte, oficina de artesanato… ufa! Quase não dá pra listar tudo.
E não para por aí
Uma das coisas mais bonitas desse festival é como ele dá voz — e palco — pra comunidades que muitas vezes ficam à margem. Quilombolas, indígenas, sertanejos, todos ali, celebrando juntos. É cultura viva, feita de suor, fé e muito axé.
E sabe o que é mais incrível? Tudo isso acontece num pedaço do Brasil que é Patrimônio Natural da Humanidade. A Chapada não é só cenário; ela é parte da festa.
Sustentabilidade não é modinha, é necessidade
Os caras não só pensam na cultura. Eles também tão ligadíssimos na questão ambiental. Reciclagem, uso consciente de água, respeito total à natureza — porque não dá pra celebrar a vida sem cuidar do chão que a gente pisa, né?
E olha, não é só discurso. Lá, isso é prática. Desde a primeira edição, o festival carrega essa bandeira com orgulho. E faz diferença.
Quem já foi sabe: é uma experiência que mexe com a cabeça e com o coração. Quem nunca foi… bom, tá na hora de colocar na agenda. Porque cultura, quando é vivida assim, de corpo e alma, vira algo que a gente nunca mais esquece.
E no final das contas, é isso que importa: manter viva a chama. Que venham mais 25 anos! 🙌