
Eis que a vida privada de mais um casal de famosos vira assunto público — e olha, não é pouca coisa não. Dessa vez, o alvo é Léo Pereira, zagueiro do Flamengo, e Tainá Militão, irmã do também jogador Éder Militão. Um suposto valor da pensão alimentícia que ele paga pela filha do casal simplesmente… vazou. E a internet, como era de se esperar, pegou fogo.
Segundo aquele vazamento que ninguém sabe muito bem de onde veio — mas todo mundo repassa —, Léo desembolsa mensalmente apenas R$ 6 mil para custear as despesas da pequena. Sim, seis mil reais. Para um jogador que, convenhamos, não é exatamente estagiário. O salário dele no Rubro-Negro beira os R$ 500 mil, gente. Faz as contas.
E aí, é claro, a revolta foi instantânea. As redes sociais se dividiram — porque sempre se dividem —, mas a maioria esmagadora não poupou críticas. “Isso é esmola, não é pensão”, disparou um usuário. “Com o que ele ganha, é uma vergonha”, ecoou outro. Até quem defende o jogador aparece, argumentando que “valor combinado em juízo é coisa séria” e que “ninguém sabe o que foi acordado”. Mas, entre nós, a percepção que fica é de que a coisa não cheira bem.
O caso levanta, de quebra, uma discussão antiga e espinhosa: como a justiça calcula esses valores para figuras públicas? Será que leva em conta onlyfans, bicos, luvas e publicidade? Porque o contracheque oficial é só a ponta do iceberg de um atleta de alto escalão. A realidade financeira deles é cheia de meandros — e a lei, muitas vezes, não acompanha.
Tainá, até onde se sabe, mantém um perfil discreto. Mas não é difícil imaginar o incômodo de ver um assunto tão sensível — e, convenhamos, íntimo — virar meme e trending topic. Do outro lado, Léo Pereira também não se manifestou. Fica o climão, a exposição desnecessária e aquele gosto amargo de que a justiça, às vezes, parece cega para quem está no topo.
Resta saber se o vazamento partiu de alguém próximo, de algum documento mal protegido ou se foi só mais um daqueles boatos de internet que ganham vida própria. Mas uma coisa é certa: a conta não fechou para o público. E no tribunal da opinião popular, o veredito já saiu.