Bicho de pelúcia intacto é encontrado sobre caixão de Bento, dos Mamonas Assassinas
Pelúcia intacta achada sobre caixão de Bento dos Mamonas

Pelúcia intacta é descoberta sobre caixão de Bento, dos Mamonas Assassinas, durante exumação

Em um momento emocionante e inesperado, a família do guitarrista Alberto Bento Hinoto, conhecido como Bento dos Mamonas Assassinas, encontrou um bicho de pelúcia em excelente estado de conservação sobre o caixão do músico durante a exumação realizada na última segunda-feira (23). O achado ocorreu no Cemitério Primaveras, em Guarulhos, na Grande São Paulo, e surpreendeu os presentes pela preservação do objeto após quase três décadas enterrado.

Detalhes do achado e homenagem póstuma

Claudia Hinoto, cunhada de Bento, relatou ao g1 que o ursinho de pelúcia estava posicionado bem em cima da urna, praticamente intacto, embora sujo de terra devido ao tempo de sepultamento. Ela explicou que não se sabe ao certo quem colocou a pelúcia, mas acredita que tenha sido entregue por um fã à mãe de Bento como forma de homenagem, sendo posteriormente depositada sobre o caixão durante o enterro em 1996. A peça será agora exposta no memorial dedicado à banda, que está sendo desenvolvido no mesmo cemitério, integrando um acervo que celebra a vida e o legado dos músicos.

Contexto da exumação e memorial ecológico

A exumação dos corpos dos cinco integrantes dos Mamonas Assassinas foi realizada trinta anos após a tragédia que vitimou a banda em um acidente aéreo na Serra da Cantareira, em São Paulo, no dia 2 de março de 1996. O objetivo do processo é utilizar parte das cinzas como adubo para a plantação de árvores nativas no Jardim BioParque Memorial, um espaço ecológico que será aberto à visitação. A família de Bento expressou felicidade com essa homenagem, destacando que uma árvore simboliza a vida e permite que a essência do músico permaneça viva de forma tangível.

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Outros achados e especulações

Além da pelúcia, a exumação revelou uma jaqueta intacta sobre o caixão de Dinho, vocalista da banda. A peça, feita de nylon, um material que pode levar até 200 anos para se decompor, foi encontrada em perfeito estado, gerando especulações nas redes sociais. Jorge Santana, CEO da marca Mamonas, esclareceu que a jaqueta foi colocada por um membro da equipe da banda no dia do enterro e será encaminhada para um museu em Guarulhos, onde integrará uma exposição permanente.

Planejamento do memorial e legado da banda

O memorial ecológico, chamado Jardim BioParque Memorial Mamonas, prevê a plantação de cinco jacarandás, um para cada integrante, com identificação nominal e recursos digitais para acompanhamento em tempo real. A proposta, aprovada pelas famílias, visa transformar o local em um "memorial vivo", combinando natureza, tecnologia e memória. Guarulhos, cidade natal da banda, deve integrar o espaço à sua rota cultural, com expectativa de se tornar um ponto permanente de visitação. Além disso, a família estuda a criação de um museu dedicado ao grupo e a ampliação de projetos sociais do Instituto Mamonas Assassinas.

Documentário e celebração dos 30 anos

Para marcar os trinta anos da tragédia, a TV Globo apresentará o documentário ‘Mamonas – Eu Te Ai Lóve Iú’, que relembra a trajetória da banda com humor e emoção, incluindo depoimentos exclusivos de familiares e personalidades. A produção será exibida em programas como ‘Cine BBB’ e ‘Tela Quente’, reforçando o impacto duradouro dos Mamonas Assassinas na cultura brasileira.

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